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31/08/2012 - Jornale Curitiba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia fecha fábrica de documentos em Curitiba

Kit completo falsificado custava só R$ 250.

Policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) prenderam em flagrante, na Rua Paraíba, Vila Guaíra, em Curitiba, na última segunda-feira (27), José Assis de Miranda, 55 anos, e Gelson Luiz Haninec, 45 anos, por estelionato e falsificação de documentos.

Os policiais receberam uma informação de que no apartamento de Haninec funcionava uma pequena fábrica de documentos falsos que serviriam para realizar compras no comércio local. Haninec estaria montando cédulas de identidades, holerites, comprovantes de endereços e outros documentos falsos.

Diante das informações, os policiais se deslocaram até o endereço e flagraram Miranda conversando com Haninec, que lhe repassou um envelope pela grade do portão do condomínio. Os policiais encontraram com Miranda duas cédulas de identidades falsas (as cédulas possuíam a mesma fotografia com nomes diferentes), duas folhas de cheques em branco e alguns comprovantes de endereço. Miranda já responde a nove inquéritos e onze processos pelos crimes de estelionato e falsificação de documentos.

Já na casa de Haninec, foram encontrados diversas cédulas de identidade em branco, um gabarito, que serve para perfurar as cédulas de identidade com as siglas do Instituto de Identificação do Estado do Paraná (IIPR) e outros objetos, provavelmente adquiridos no comércio de Curitiba pelo uso dos documentos falsificados. Haninec responde a sete inquéritos e seis processos também por estelionato.

Os presos permanecem no Cope aguardando transferência o Centro de Triagem de Piraquara, onde ficaram à disposição da Justiça.

Segundo o delegado Cassiano Aufiero, do Cope, o falsário costumava fazer kits contendo cédula de identidade, comprovante de renda e comprovante de residência. " Os kits eram vendidos por até R$ 250. De posse do kit, o estelionatário abria contas em bancos, pegava talões de cheque e fazia compras de notebooks, televisões, celulares, etc. Todo esse material é vendido posteriormente por valores bem inferiores aos de mercado", contou o delegado.

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