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28/08/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresários de Londrina são presos por suspeita de fraudes em licitação

Segundo o Gaeco, houve fraude em compra de uniforme escolar. Prisões são preventivas; participação de servidores também é investigada.

Três pessoas, dois empresários e um contador, foram detidas nesta terça-feira (28), em Londrina, no norte do Paraná, por suspeita de envolvimento em fraudes em duas licitações da prefeitura para compra de uniformes escolares. As prisões são preventidas.

Dos detidos, dois foram encaminhados para o 5º Distrito Policial, na Zona Norte da cidade, e outro para a sede do Gaeco. A participação de secretários municipais e de servidores não foi descartada e é verificada por agentes.

A operação desencadeada pelo Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, cumpriu 17 mandados de busca apreensão, além dos três de prisão. Segundo o Gaeco, os detidos são suspeitos de fraude em licitação, peculato, corrupção e formação de quadrilha.

Conforme investigação do Gaeco, uma das irregularidades ocorreu, no final de 2010, quando a Prefeitura de Londrina, em vez de abrir uma nova concorrência, utilizou a mesma licitação da Prefeitura de São Bernardo do Campo (SP). O município gastou R$ 4,4 milhões na compra de 34 mil uniformes. Este preço estaria superfaturado, de acordo com o relatório elaborado pela Controladoria Geral do Município. As investigações por parte da Controladoria foram suspensas, já que foi decidido pelo arquivamento do processo.

As denuncias também chegaram a ser investigado pela Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Educação da Câmara. O relatório, divulgado ao final da Comissão, não especificava valores, porém, apontava para prejuízos no orçamento público. O texto ainda precisa ser apreciado em plenário.

Em 2012, um novo processo licitatório foi aberto, contudo, a Controladoria identificou novas fraudes, como combinação de preços entre as empresas participantes, e a concorrência foi suspensa. A prefeitura chegou a pagar R$ 1 milhão, dos R$ 11 milhões previstos.

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