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23/08/2012 - Cenário MT / Band Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MP de Goiás desbarata quadrilha fundiária

O Ministério Público conseguiu desvendar um esquema de falsificação de escrituras que vinha sendo praticado há pelo menos dois anos.

Uma operação conjunta entre o Ministério Público de Goiás e as polícias Civil do estado e do Distrito Federal resultou ontem na prisão de seis pessoas.

A partir de denúncias de moradores da cidade, o MP conseguiu desvendar um esquema de falsificação de escrituras que vinha sendo praticado há pelo menos dois anos.

De acordo com o promotor Rafael Simonetti, o tabelião Luís Roberto Martins e o filho dele Flávio Martins, dono de uma imobiliária na cidade, movimentaram pelo menos R$ 10 milhões ao falsificar escrituras e vender lotes no Jardim Paquetá, localizado logo na entrada da cidade goiana. “Com documentos falsificados, eles revendiam imóveis que já tinham dono”, detalha o promotor Rafael Simonetti.

O corretor Sebastião Rodrigues é uma das vítimas do grupo. Sebastião havia comprado quatro terrenos no Paquetá de uma terceira pessoa. No ano passado, surpreendeu-se quando materiais de construção foram depositados em um dos lotes. “O rapaz disse que o terreno era dele e eu poderia ir ao cartório para me certificar”, relatou.

Sebastião foi e, de fato, o terreno estava escriturado no nome de outra pessoa. Com medo de perder todos os lotes, Sebastião abriu mão de um para conseguir a escritura dos outros três. “Vou querer de volta, agora que sei como eles agiam”, afirmou, na delegacia de polícia da cidade goiana.

Entre as pessoas presas ontem, estão dois policiais militares do estado de Goiás: um da ativa e outro da reserva. O papel deles era coagir os moradores do Paquetá a ir ao cartório para “regularizar” a situação fundiária.

Polícia investiga funcionário do TJDF

Entre as pessoas que estão sendo investigadas está o funcionário do TJDF Bruno Eustáquio Arantes. Bruno é neto de Nelson Eustáquio, que tinha uma procuração do dono original para fazer a venda da área. De acordo com o promotor Rafael Simonetti, vários moradores do Paquetá afirmaram que Bruno participava das negociações para obtenção de escrituras.

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