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14/08/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação do MP prende servidores do Instituto de Previdência de Belém

Servidores são suspeitos de participação em fraude no Instituto. Presidente do Ipamb está entre os suspeitos.

Quatro pessoas foram presas nesta terça-feira (14) em Belém, durante a segunda etapa de uma operação do Ministério Público do Estado (MPE), que investiga fraudes no Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém (Ipamb). Os mandados de prisão foram cumpridos na casa de alguns suspeitos e na sede do Instituto.

Dentre os suspeitos presos, está o presidente do Ipamb, Oséas Silva Junior. “Eu estou absolutamente atônito com esta situação. Eu quero saber o que eles disseram, pois eu mesmo fiz as denúncias e fiz de tudo para que o Ministério Público e a justiça esclarecessem essa situação”, afirma.

Segundo o MPE, os suspeitos fazem parte de um esquema de desvio de dinheiro no Ipamb. A fraude seria feira através de um cartão usado pelos servidores para a compra de medicamentos, mas ao invés de adquirir remédios, o cartão era usado para comprar eletroeletrônicos como aparelhos celulares em duas redes de farmácia do estado.

Nas residências dos suspeitos foram apreendidas jóias, relógios, televisores plasma e LCD, celulares, computadores, notebooks e tablets. Segundo o MPE, documentos comprovam que os produtos apreendidos foram comprados em farmácias conveniadas com o Ipamb.

Entre outras irregularidades encontradas pelo MPE estão contratos irregulares de funcionários temporários, diárias concedidas sem suporte legal, portarias sem assinaturas e nenhuma cópia de relatórios encaminhados ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e ao MPE sobre prestação de contas.

A promotoria informou que esta é a segunda etapa de uma operação que começou no mês de junho de 2012. “Pela análise da documentação, estes quatro suspeitos foram apontados pelas primeiras pessoas presas na primeira fase da operação. Segundo essas pessoas, os servidores também são responsáveis pela fraude”, declara o promotor de justiça Milton Menezes. O MPE informou que os suspeitos responderão pelos crimes de peculato, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

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