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13/08/2012 - Jornal Floripa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Promotoria denuncia desvio de R$ 22 milhões no Banco do Nordeste


O Ministério Público do Ceará denunciou um empresário, seis empresas e 23 servidores do BNB (Banco do Nordeste) sob a acusação de desvio de R$ 22 milhões da instituição.

O promotor Ricardo Rocha também pediu a prisão preventiva de Juacy Pinto Cunha Filho, dono das empresas e apontado como principal responsável pelas fraudes.

Com isso, a Promotoria pretende preservar as provas de um suposto esquema de desvios de recursos que pode ultrapassar R$ 2 bilhões em pelo menos cinco Estados. Entre os crimes denunciados estão estelionato, formação de quadrilha e falsificação de documentos.

A defesa de Cunha Pinto disse que ele ainda não foi notificado oficialmente sobre a acusação e que só pretende se manifestar depois disso. O advogado Paulo Quezado negou que o empresário esteja foragido. "Ele está na cidade, trabalhando normalmente e vai se apresentar quando necessário", disse.

O Ministério Público investiga o caso desde setembro de 2011.

Na primeira etapa, Rocha identificou que empresas de Cunha Filho apresentavam notas falsas para justificar empréstimos e financiamentos contraídos no BNB.

"A grande maioria utiliza notas e relatórios falsos para comprovar a existência de máquinas que não existiam de fato. Em alguns casos, as empresas existiam só no papel", disse. O promotor identificou pelo menos cem veículos financiados com documentos falsos.

O esquema, segundo a Promotoria, conta com a participação de gerentes e técnicos do BNB.

O banco informou, por meio de nota, que ainda não foi notificado oficialmente, e que se só vai se pronunciar a respeito após tomar conhecimento da íntegra da ação.

No último dia 20 de julho, o presidente do BNB, Jurandi Santiago, renunciou ao cargo em meio a suspeita de envolvimento em desvio de verbas quando era secretário-adjunto de Cidades, em 2009. Segundo o promotor, os casos não têm relação.

A investigação da Promotoria contou com a participação de um delegado da Polícia Federal, que instaurou inquérito para apurar o caso. O TCU (Tribunal de Contas da União) também solicitou uma cópia do processo para realizar investigação própria.

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