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09/08/2012 - Jornal da Mídia / Agência Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Corretora Bônus Banval não fazia lavagem de dinheiro, alega defesa de Enivaldo Quadrado

Por: Daniella Jinkings


Brasília – Com uma exposição técnica, o advogado Antônio Sérgio Pitombo negou que Enivaldo Quadrado, sócio da corretora Bônus Banval, tenha feito lavagem de dinheiro em sua empresa, como parte do esquema do mensalão. De acordo com Pitombo, a corretora de Quadrado não teve nenhuma vantagem financeira na lavagem de dinheiro de recursos do esquema do mensalão para repasse a deputados do PP.

Segundo o advogado, a corretora era fiscalizada pelo Banco Central e pela Bolsa de Valores. “É fácil lavar dinheiro em corretora de valores? É o lugar exato que vamos escolher para lavar dinheiro? A corretora e seus sócios estão o tempo todo sob a lupa da administração pública”.

Pitombo negou ainda a acusação do Ministério Público Federal (MPF), que consta do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), de que as corretoras Bônus Banval e Natimar eram de fachada. Segundo ele, as empresas faziam operações milionárias diariamente. “Isso é uma inverdade, são 2 mil clientes e R$ 2,5 milhões em operação diárias”, disse.

De acordo com o advogado, Quadrado não ocultou os valores dos repasses feitos pela corretora ao publicitário Marcos Valério. Pitombo disse ainda que seu cliente não tinha conhecimento de que esse dinheiro seria repassado a parlamentares.

Assim como outros advogados de defesa, Pitombo criticou a denúncia do MPF e as alegações finais do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. “A denúncia trouxe diversas armadilhas a Vossa Excelência [o procurador-geral]. [...] Não se pode inovar nas alegações finais.”

Os ministros Marco Aurélio Mello, Cármen Lúcia e Antonio Dias Toffoli saíram do plenário no meio da sustentação de Pitombo para ir à sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O próprio advogado reconheceu que ouvir muitas defesas pode ser cansativo. “Senhores ministros, peço desculpas. Sei que o tema é cansativo e sei o esforço de Vossas Excelências para ouvirem tantas sustentações orais.”

No final, Pitombo dirigiu-se ao ministro Cezar Peluso e negou que tenha interesse em retardar o julgamento para que ele não vote. O ministro vai se aposentar compulsoriamente no início de setembro. “Quero dizer que torço que Deus nos proteja e que o senhor vote no presente caso. É muito importante que essa Corte faça um julgamento técnico.”

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