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07/08/2012 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Drogaria é fechada em Cuiabá e dono é preso por vender remédios falsos

Proprietário da farmácia foi preso em flagrante. Produtos farmacêuticos eram vendidos na região central de Cuiabá.

A Vigilância Sanitária de Cuiabá interditou nesta segunda-feira (6) uma drogaria localizada na região Central, na Avenida Ipiranga, após detectar várias irregulares no estabelecimento e por venda de produtos falsificados. A interdição da Drogaria Ipiranga ocorreu durante fiscalização deflagrada nesta segunda na capital.

Todos os produtos apreendidos foram encaminhados para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) do bairro Planalto, onde serão periciados. De acordo com a Vigilância Sanitária, o proprietário da drogaria prestou depoimento e foi preso em flagrante. A equipe de reportagem do G1 tentou por telefone entrar em contato com representantes da empresa, mas não obteve resposta.

O coordenador da Vigilância Sanitária de Cuiabá, Vagner Coelho, disse à reportagem que o estabelecimento comercializava produtos falsificados e de uso proibido no mercado. “Alguns produtos eram do Paraguai e muitos estavam proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, o local apresentava péssimas condições de higiene”, explicou.

O coordenador declarou ainda que o flagrante em questão ocorreu após a Vigilância Sanitária de Cuiabá obter informações de que a drogaria atuava de forma irregular, contrapondo-se as normas farmacêuticas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. “Se alguém ingere um produto falsificado, ou com proibição de uso baixada pelo Ministério da Saúde, pode estar tomando veneno letal”, pontuou.

Operação

De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária, Vagner Coelho, a instituição realizou fiscalização em quatro estabelecimentos nesta segunda-feira, sendo que um foi interditado e os outros três têm prazo de 36 horas para entregar os documentos específicos. “Essas outras três farmácias estavam adequadas sanitariamente. No total, vamos fiscalizar 10 estabelecimentos. Mas a ação não tem uma data para acabar. Depois de verificarmos essas, partiremos para outras”, disse ao G1.

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