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03/08/2012 - R7 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende falso corretor de imóveis, conhecido como "patrão do estelionato"

Por: Gustavo Frasão

Ele vendeu o mesmo lote, em bairro nobre de Brasília, para cinco pessoas.

A polícia prendeu na tarde desta quinta-feira (2) um falso corretor de imóveis, que vendeu o mesmo terreno no Lago Norte, bairro nobre de Brasília, para pelo menos cinco pessoas. Ele ficou conhecido como "patrão do estelionato".

Caetano José Soares Neto foi preso depois de apontar o revólver para uma das vítimas, que descobriu ter caído em um golpe e quis reaver o dinheiro investido no suposto lote.

Ele e outras quatro pessoas compraram o mesmo terreno no Lago Norte, avaliado em R$ 3 milhões. O falso corretor vendia o lote pela metade do preço e aceitava bens, outros terrenos e carros como parte do pagamento.

O advogado Jean Cleber, que cuida do caso de uma das vítimas, disse que a polícia encontrou com ele várias escrituras no momento da prisão e que essa tática de aceitar bens como entrada era uma tática do golpista.

— Ele facilitava a vida das vítimas e acabava prendendo as pessoas a ele. Dessa forma, ele se apropriava dos bens das vítimas e se recusava a devolver. Uma prática muito comum entre os golpistas.

Neto é dono de um hotel em Taguatinga, região administrativa do DF. A polícia foi até o local e encontrou duas armas de fogo, um facão, munição, documentos falsos, vários cartões e talões de cheque.

O delegado que acompanha o caso, Victor Dan, acredita que ele atuava como agiota e fazia parte de uma quadrilha. Para ele, trata-se de um bandido perigoso, com passagens por outros golpes de estelionato e homicídio.

— Agora ele vai responder por pelo menos seis crimes: posse e porte ilegal de arma, receptação, estelionato, ocultação de bens e lavagem de dinheiro.

Se condenado, o homem pode ficar até 20 anos na cadeia.

Irmãs aplicam golpe do falso e emprego e vendem lotes falsos

As irmãs Rosilene e Eva Luciano de Oliveira, acusadas de aplicar o golpe do falso emprego, também são acusadas de vender lotes falsos. Uma das vítimas das irmã disse que a dupla entregava carta de quitação e até a planta dos imóveis vendidos. Os valores chegavam até R$ 34 mil e todos os papéis eram assinados por pelo menos uma das irmãs.

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