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28/07/2012 - 180 Graus Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha presa por clonagem de cartões já está solta

Presos na operação Skimming da CICO: Agiam em postos de combustíveis em toda The.

Foi deferido o pedido de liberdade provisória aos presos na operação Skimming deflagrada pela Polícia Civil do Piauí através da Comissão Investigadora do Crime Organizado (CICO) no último dia 18 de julho.

Membros do bando acusado de formação de quadrilha e estelionato, foram presos tanto em Teresina como em Natal, no Rio Grande do Norte. Eles, segundo a polícia, fazem parte de uma rede acusada de clonar cartões usando a estrutura de postos de combustível na capital piauiense.

Segundo o advogado Irineu Bezerra, os últimos a serem soltos na manhã deste sábado (28/09) foram Oseias dos Santos Carvalho, conhecido como “Paulista”, e Ana Carolina Pereira, apontados em depoimento pelos próprios membros da quadrilha como sendo os líderes da operação, e que foram presos em um apartamento de luxo à beira mar na cidade de Natal.

Ele estava na Casa de Custódia, e ela na penitenciária Feminina. Todos os outros presos já foram soltos. Quando recambiados para Teresina, os "Paulista" inocentou a mulher e ainda afirmou que se envolveu no esquema para sobreviver.

“Conseguimos que o pedido de liberdade provisória fosse aceito e agora eles vão responder pelos crimes de estelionato e formação de quadrilha em liberdade”, disse o advogado em entrevista ao 180graus.

Entre os membros do bando, Raimundo Nonato Atenas Juniel, Anderson Carlos Melo Costa, Madson Costa Melo, Adason da Silva, Mayke Mitter Lopes Lima, Jose Francisco das Chagas de Sousa Castro, há um empresário dono de um box no shopping da cidade e frentistas de postos de combustível da capital. Até o momento das prisões, a polícia ainda não havia comprovado o envolvimento dos donos dos postos com o esquema, até porque os mesmo atuavam em postos de bandeiras diferentes.

VEJA COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA

O esquema funcionava da seguinte forma: de posse dos dados dos clientes, o bando repassava as informações para os líderes da quadrilha em Natal, e de lá eram feitas compras com os dados, principalmente de passagens aéreas. Estas eram vendidas em um box do shopping da cidade por preços bem abaixo do comum. A polícia busca saber se estas pessoas também agiam de má fé. Até o memento das prisões, a polícia identificou que mais de 1000 dados de clientes haviam sido usados.

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