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21/07/2012 - Tribuna da Bahia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude no INSS gera prejuízo de R$ 3 mi

Por: Roberta Cerqueira


Um contador e um policial militar acusados de envolvimento em um esquema de fraudes previdenciárias que teria gerado prejuízo em torno de R$ 3 milhões aos cofres públicos. Este é o resultado de uma operação da Polícia Federal (PF) realizada na manhã de ontem no município de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.

A ação teve à sua frente o delegado André Lavor, chefe da delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários e envolveu 25 policiais federais e militares. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, mas, os nomes dos envolvidos não foram divulgados. A dupla permanece em liberdade e deve prestar depoimento na Superintendência da Polícia Federal, em Água de Meninos, na próxima semana. “Como não foi um flagrante, eles continuam soltos por enquanto”, explicou o delegado Maurício Salim, porta-voz da PF na Bahia.

De acordo com Salim, as casas dos dois acusados e o escritório do contador foram revistados pelos policiais que apreenderam laudos médicos falsificados, carimbos utilizados nas fraudes, além de documento de empresas fantasmas e outros materiais que servirão como provas.

A polícia ainda investiga a possível participação de outros envolvidos e busca identificar que foram os beneficiários. “Foram identificados, inicialmente, 13 beneficiários, mas, a suspeita é de que haja pelo menos 150 benefícios com indicativo de irregularidades e um prejuízo em torno de R$ 3 milhões”, destacou o delegado.

A dupla já vinha sendo investigada pela PF, há cerca de um ano, porém, as fraudes aconteciam há mais tempo. “Calculamos que eles já vinham cometendo os crimes há mais de cinco anos”, destaca o delegado federal.
O contador é acusado de gerar vínculos trabalhistas fraudulentos, para que supostos segurados da Previdência Social dessem entrada em pedidos de aposentadoria por tempo de serviço, ou por incapacidade, e comprovassem os falsos vínculos trabalhistas com documentos falsos.

O PM está sendo acusado de vender relatórios, atestados, justificações de falta no trabalho e receituários médicos falsificados, além de adquirir e comercializar remédios de uso controlado, tudo isso com o objetivo de fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Caso fique comprovado o esquema fraudulento os dois homens podem responder pela prática do crime de estelionato previdenciário com pena que pode chegar a sete anos de prisão.

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