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09/10/2007 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha capixaba responsável pelo transporte de clandestinos para os EUA é denunciada


Quatro envolvidos em um esquema de emigração ilegal de brasileiros para os Estados Unidos foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF/ES). De acordo com o órgão, a quadrilha capixaba vendia vistos falsificados com a denominada 'Rota do Caribe', por R$ 12 mil, em um pacote que incluía as passagens aéreas e documentos falsos. A operação contra a emigração ilegal, deflagrada no dia 23 de agosto, ficou conhecida como Operação Zeus.

Foram denunciados pelo MPF o vendedor Antônio Portela, 46 anos; o motorista Boanerges José de Freitas Júnior, 26 anos; o bacharel em Direito Juliano Amaro Rodrigues, 30 anos; e o corretor de imóveis Thirson do Nascimento Rebouças, 34 anos. Os quatro vão responder na Justiça pelos crimes de formação de quadrilha, falsificação de documento público e falsidade ideológica. Antônio Portela também é acusado de estelionato.

De acordo com o MPF, Antônio, Boanerges, Juliano e Thirson se associaram para transportar emigrantes ilegais até os Estados Unidos e possibilitar a entrada e a permanência deles naquele país com documentos falsos, mediante o recebimento de quantias consideráveis.

O esquema criminoso era liderado por Antônio Portela. Ele encomendava os documentos falsos a Boanerges, responsável pela falsificação e que contava com o auxílio de Juliano. Por sua vez, Thirson entregava os vistos falsos e transportava os emigrantes ilegais até os Estados Unidos.

Os emigrantes seguiam do Brasil rumo à América do Norte por meio da 'Rota do Caribe'. Em solo brasileiro, embarcavam rumo ao Panamá pela empresa Copa Airlines, e de lá seguiam para a República Dominicana e, posteriormente, para as Bahamas. Em seguida, um vôo fretado os levava até a ilha de Freeport, ainda nas Bahamas, e de lá seguiam de lancha até a Flórida.

Para viabilizar a atividade criminosa, o líder Antônio Portela possuía duas identidades falsas em nome de pessoas fictícias, com as quais forneceu dados falsos para a abertura de contas correntes no Banco do Brasil e no Banestes.

Os quatro confessaram participação no esquema. Antônio Portela classificou como 'quase perfeita' a denominada 'Rota do Caribe'; Boanerges confirmou que, a pedido de Antônio Portela, fornecia vistos falsos; Juliano confessou que falsificava os documentos dos clientes captados por Boanerges; e Thirson admitiu que servia de guia para os emigrantes ilegais.

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