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04/07/2012 - Dinheiro Vivo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Espanha vai investigar Rodrigo Rato e chefes do Bankia por fraude

33 cargos de topo do banco que foi nacionalizado vão ser investigados por burla, manipulação de contas e de mercado.

O tribunal superior Espanhol, Audiencia Nacional, aceitou uma queixa interposta pelo partido União, Progresso e Democracia (UPyD) para investigar por fraude os dirigentes de topo do Bankia. Para já, são "imputados", mas poderão ser constituídos arguidos mais tarde.

De acordo com o juíz da instituição, Fernando Andreu, citado pelo El País, o presidente do Bankia, Rodrigo Rato, e os restantes 32 membros do conselho de administração, são citados na queixa como suspeitos de "burla, apropriação indevida, falsificação de contas anuais, administração fraudulenta e manipulação de mercado". O tribunal espanhol irá agora analisar se há matéria que suporte uma acusação formal, constituindo os banqueiros em arguidos.

A queixa da UPyD vem juntar-se à do movimento cívico 15 de março (15M) que também avançou recentemente com uma iniciativa similar contra os gestores/banqueiros.

O Bankia, instituição que servia de conglomerado para as várias caixas de aforro regionais, foi recentemente nacionalizado, tendo custado aos contribuintes espanhóis um resgate de 23,5 mil milhões de euros e, eventualmente, precipitado o pedido de ajuda da banca como um todo aos credores externos, no valor de 100 mil milhões de euros.

Rodrigo Rato, um político espanhol ligado à direita (PP) que liderou o FMI antes de Dominique Strass-Kahn, juntamente com os outros 32 gestores poderão ser acusados de terem mascarado as contas do banco, lucrado com isso à custa de elevados prejuízos de acionistas e clientes.

Sob a gestão de Rato, o Bankia foi lançado em Bolsa em 2010, com as ações a cotarem nos 3,75 euros cada no início. Atualmente, valem quase quatro vezes menos (um euro), indica a Lusa.

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