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01/07/2012 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Civil apura origem de dinheiro falsificado


O delegado Raimundo Derval Costa, titular do 26ºDP (Edson Queiroz), instaurou inquérito policial, através de portaria, para apurar a origem da valise de cor prata encontrada com imitações de notas de 100 reais. O material foi apreendido pela patrulha RD-1090, do Batalhão de Policiamento Comunitário (BPCom), no bairro Água Fria.

De acordo com o comandante do BPCom, tenente-coronel Roosevelt Alencar, o malote foi encontrado após denúncias anônimas de pessoas que viram o objeto suspeito na Rua Desembargador Feliciano de Ataíde.

Após a apreensão, o material foi levado primeiramente à Polícia Federal (PF). As notas foram analisadas pelos peritos da PF, mas foram encaminhada à Polícia Civil, tendo em vista que não estava caracterizada a falsificação de moeda corrente.

Na valise também não foram encontradas notas verdadeiras, como primeiramente foi divulgado, bem como selos (lacres) do Banco Central do Brasil e Casa da Moeda. "Em todas as notas está escrito que não tem valor monetário", salientou Derval Costa, acrescentando que o material provavelmente seria usado como ficha em algum bingo clandestino.

Estelionato

Caso as notas não fossem usadas em alguma casa de jogos de azar, poderia ser utilizada em tentativa de estelionato na modalidade conhecida no jargão policial como "conto do baludo", tendo em vista que, de longe, as notas perecem reais. "Só em pegar, qualquer pessoa percebe que não é dinheiro verdadeiro", lembrou o delegado.

Na próxima semana, Derval Costa ouvirá os depoimentos dos policiais militares que foram ao local do achado da valise. O delegado acredita que a pessoa que conduzia a pasta soltou-a na rua temendo ser abordado por alguma composição policial e ser preso sob acusação do crime de estelionato.

O titular do 26º Distrito Policial ressaltou ainda que a Polícia Civil realiza diligências no sentido de descobrir se algum bingo ou casa de apostas funciona naquele bairro, situado na Zona Leste da capital cearense.

O crime de falsificação de moeda está previsto no artigo 289, do Código Penal Brasileiro, nos Crimes Contra a Fé Pública. "Falsificar, fabricando-a ou alterando-a, moeda metálica ou papel-moeda de curso legal no país ou no estrangeiro". A pena para quem cometer esse tipo de delito é de três a 12 anos.

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