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05/06/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Funcionário público é principal vítima de estelionatários em Porto Velho

Por: Larissa Matarésio

Fraude de documentos para empréstimos é o crime mais comum. Neste ano, cerca de 10 inquéritos foram instaurados.

A fraude de documentos de funcionários públicos estaduais e federais tem crescido em Porto Velho, segundo a Delegacia Especializada em Furtos, Roubos, Extorsões, Sequestros, Estelionatos e outras Fraudes. Os documentos são utilizados em abertura de contas, empréstimos bancários e financiamento de veículos em nome de terceiros. Só em 2012 já foram registrados nove casos de estelionato.

“As pessoas só percebem o que aconteceu quando recebem a fatura do cartão e veem que há algo errado”,diz Antônio Henrique, chefe do cartório da delegacia.

Em 2010 foram instaurados 91 inquéritos de crimes em geral contra o patrimônio e em 2011 o número subiu para 159. O caso mais comum é de fraude de documentos para empréstimos bancários e financiamento de veículos em nome de terceiros.

Um agravante da situação, que ajuda no aumento desse tipo de crime, são as penas reduzidas, segundo o chefe do cartório. No artigo 171 – do estelionato e outras fraudes, do Código Penal Brasileiro, a pena é de reclusão de um a cinco anos, e multa. “Ganância é o principal motivador desse tipo de crime. Por exemplo, cartões clonados são muito usados em compras de supermercado e abastecimento em postos de gasolina. É claro que existem os crimes maiores, mas os pequenos são mais fáceis de cometer, porque as pessoas não percebem”, afirma Antônio Henrique.

FACILIDADE É UMA ARMADILHA

Vanilda Borges Gonçalves, telefonista, caiu em um desses golpes. Quando ouviu um comercial no rádio que cedia empréstimos de forma facilitada, achou que seus problemas estavam resolvidos. Entrou em contato pelo telefone que aparecia no comercial e seu cadastro para empréstimo no valor de R$ 20 mil foi aprovado rapidamente. Como não possuía nenhum bem em nome dela foi exigido que contratasse um seguro no valor de R$ 2,7 mil. Junto ao banco ela descobriu que havia caído em um golpe. A empresa de Belo Horizonte nunca depositou o dinheiro.

Segundo a Delegacia, as dicas para não cair nesse tipo de golpe é sempre agir com cautela, investigar a autenticidade e a origem do empréstimo e tomar cuidado com cartões e documentos na hora de utilizá-los.

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