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24/05/2012 - Correio da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Rede de lavagem leva novo golpe

Por: Diana Ramos, Eduardo Dâmaso e Tânia Laranjo

Leia no CM mais um capítulo da complexa rede de lavagem de dinheiro a operava em Portugal.

O Ministério Público (MP) destapou mais uma ponta da complexa rede de lavagem de dinheiro a operar em Portugal, e deteve um banqueiro luso-suíço, Ricardo Arcos Castro, responsável por uma rede de branqueamento de capitais paralela à de Michel Canals. O luso-suíço está proibido de contactar dezenas de clientes que, nos próximos dias, serão também eles constituídos arguidos.

O CM sabe que o banqueiro operava a Arcofinance, uma sociedade sediada em Genebra que trabalhava com base numa lista de clientes portugueses do Banque Privée Edmond de Rothschild, também suíço.

O ponto comum nesta teia financeira é Francisco Canas, o comerciante conhecido pela alcunha de ‘Zé das Medalhas' e que actuava como uma espécie de testa-de-ferro para as operações de transferência de capitais entre a Suíça e Portugal (ver texto ao lado).

Ricardo Castro tinha um mandado emitido desde a semana passada, mas como estava no estrangeiro só na segunda-feira foi detido pelas autoridades, na residência que possui na zona de Cascais. No dia seguinte, o banqueiro luso-suíço acompanhou as buscas do MP e da inspecção tributária a vários escritórios de advogados em Lisboa, tendo colaborado desde o primeiro momento com a investigação. A operação foi conduzida por inspectores tributários de Braga, Aveiro e Porto, sob a alçada do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e com o apoio da Unidade de Acção Fiscal da GNR.

Segundo apurou o CM junto de fonte conhecedora do processo, a lista de clientes de Ricardo Castro "era distinta" daquela com que trabalhava o antigo director executivo da UBS, Michel Canals. Mas o poder de compra dos nomes envolvidos neste esquema de branqueamento de capitais "era igual ou, nalguns casos, superior" ao da rede da Akoya Asset Management.

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