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25/05/2012 - Portal AZ / UOL Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Conheça executivos que mentiram no currículo e veja as consequências


Se é preciso pensar duas vezes antes de blefar em entrevistas de emprego e processos seletivos, quantas vezes você pararia para refletir antes de apresentar informações falsas sobre sua formação ou trajetória profissional para seu próximo empregador?

Recentemente, o presidente-executivo do Yahoo, Scott Thompson, deixou o cargo em meio a acusações de fraudes em seu currículo acadêmico - incluindo entre a (falsa) informação um diploma em ciências da computação. O Yahoo confirmou: Thompson, que tinha assumido o cargo de presidente-executivo em janeiro, não possui tal graduação.

O site Read Write Web listou outros dez executivos que utilizaram informações falsas em seus currículos. Saiba o que aconteceu com eles:

Ronald Zarrella, CEO da Bausch & Lomb

Mentira: Disse que fez um MBA na Escola de Negócios Stern em Nova York (Estados Unidos). Ele chegou a cursar alguns anos, mas não se graduou. Os antigos empregadores nunca checaram.

Consequência: Foi descoberto pela multinacional e perdeu US$ 1,1 milhão em bônus na companhia. Apesar de tudo, ele permaneceu no cargo, pois a empresa achava que ele era muito importante para o desenvolvimento do negócio.

George O'Leary, treinador de futebol da Universidade de Notre Dame

Mentira: O treinador afirmou que tinha feito um mestrado em educação na Universidade Stony Brook NYU. Stony Brook e NYU são universidades distintas. O'Leary fez, na verdade, dois cursos na SUNY Stony Brook e não se formou. Também afirmou ter ganhado jogos de futebol americano na Universidade de New Hampshire, mas nunca jogou lá.

Consequência: Os superiores encontraram as imprecisões em seu CV e foi demitido. George disse que preencheu o currículo errado.

Marilee Jones, diretora de admissões do Instituto de Tecnologia de Massachusetts

Mentira: Marilee inventou que tinha se formado na Universidade de Medicina de Albany, mas a instituição não tinha nenhum registro da profissional. Ela também disse que tinha diploma no Instituto Politécnico Rensselaer, sendo que ela havia apenas participado de algumas aulas como uma estudante não-matriculada.

Consequência: Após desvendarem as histórias, Marilee pediu demissão. Seu superior disse que o Instituto não poderia tolerar este tipo de comportamento de seus funcionários.

James Peterson, presidente e CEO da Microsemi Corporation

Mentira: Peterson afirmou ter um diploma da Universidade Brigham Young e a companhia repetiu a mentira na apresentação do executivo.

Consequência: Foi multado em US$ 100 mil e obrigado a abrir mão de uma bonificação, porém não foi demitido.

Richard Li, presidente da Pacific Century CyberWorks

Mentira: O site da companhia dizia que Li possuía diploma de engenheiro de computação pela Universidade de Stanford, mas ele abandonou a faculdade com três anos de curso e não se formou.

Consequência: O caso foi descoberto pela mídia, mas Li não deu importância. A companhia admitiu que ele não havia terminado o curso por motivos pessoais. O descuido foi atribuído afuncionários de nível mais baixo da empresa.

Albert J. Dunlap, presidente da Nitec

Mentira: Apagou do seu currículo dois empregos que havia tido, pois foi demitido por problemas ocorridos nos lugares.

Consequência: Foi investigado por fraude na Nitec e outras empresas e chegou a pagar US$ 500 mil em multas mesmo sem admitir ou negar as acusações.

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