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30/05/2012 - TopNews Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

GCCO vai investigar supostas fraudes no vestibular para CFO

Por: Renê Dióz


Dois cadetes, atualmente na Academia de Polícia Militar Costa Verde (APMCV), teriam fraudado as provas para admissão no curso de formação. Segundo a Polícia Civil, o inquérito sobre o caso foi aberto no dia 27 de abril.

O objeto da investigação, conduzida pelo delegado Flávio Stringhetta, já está sendo apurado internamente pelo comando da APMCV, como adiantou nesta segunda-feira reportagem do Olhar Direto.

Embora as investigações estejam ainda sob sigilo, a Polícia informou que trabalha com indícios do crime de estelionato. Atualmente, o andamento das investigações depende de perícia grafotécnica (análise de caligrafia), a qual acaba de ser solicitada.

Tudo indica, por enquanto, que a mesma pessoa respondeu às provas do vestibular no lugar dos dois cadetes investigados – cujos nomes tanto a polícia civil quanto o comando da APMCV preferem não divulgar.

Fraudes

Segundo informou na segunda-feira o tenente-coronel Otomar Pereira de Pereira, comandante da APMCV, os cadetes investigados cursam atualmente anos diferentes da graduação. Uma investigação social interna da Academia (realizada com todos os cadetes ao longo de todo o curso) apontou incongruências que levaram a evidências de crimes no processo seletivo do CFO como fraude, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso, falsidade ideológica e formação de quadrilha.

Primeiramente, a investigação interna constatou que um dos cadetes estava se saindo significativamente mal nas atividades da Academia, uma incongruência com relação a seu excelente desempenho no vestibular para CFO; na passagem do primeiro para o segundo ano de formação, ele figurou nos piores lugares de classificação dos cadetes, colocação que não teve melhora significativa na passagem para o terceiro ano do curso.

A investigação social também averiguou os documentos do cadete no fim de 2011 e notou que não fora ele quem realizou a prova em seu nome, pois tudo apontava que o candidato em questão estava fora do país na data do processo seletivo.

Acionada, a divisão de Inteligência da polícia chegou à informação de que um outro cadete teria fraudado a prova para ingresso no CFO. Análises preliminares de caligrafia nos cartões de resposta do vestibular indicaram que a fraude da qual ele se beneficiara foi perpetrada pela mesma pessoa responsável pela primeira, embora não houvesse indícios de que ambos os cadetes tivessem qualquer relação.

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