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25/05/2012 - Brazilian Voice Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Focus Brazil aborda “remessas & lavagem de dinheiro” em debate

Por: Leonardo Ferreira

A Polícia Federal realiza a Operação Mercado Paralelo no Brasil e começa a estourar um esquema criminoso que atinge diretamente o imigrante brasileiro.

Uma das discussões do último Focus Brazil, realizado na Flórida, foi sobre "Lavagem de Dinheiro". O desembargador federal Fausto De Sanctis falou sobre o esquema criminoso que, mesmo sem o conhecimento do imigrante, envolve o brasileiro que mora no exterior. Trabalhadores honestos enviam dinheiro para o Brasil, sem saber, por empresas irregulares e, assim, colaboram com a lavagem de dinheiro que alimenta a corrupção, o crime organizado e os tráficos de drogas e armas. De Santis falou sobre a preocupação com o assunto e o trabalho que estava sendo feito para que isso não acontecesse mais. Agora, as notícias sobre o combate ao crime de lavagem de dinheiro começam a aparecer.

Informações divulgadas no Brasil são de que, este mês, a Polícia Federal realizou, em Belo Horizonte, a "Operação Mercado Paralelo", com o objetivo de cumprir quatro mandados de busca e apreensão, bem como de seqüestro de bens e valores, todos expedidos pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais.

A operação foi para reprimir atividades de câmbio ilegal de moeda estrangeira, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, pelo mecanismo conhecido por “transferências de cabo, ou dólar cabo”, que são operações de remessas ilícitas de recursos ao exterior ou do exterior, mediante a prática da técnica de “compensação paralela”. É o que fazem as empresas que trabalham de maneira irregular nos EUA.

As buscas arrecadaram bens, valores e veículos adquiridos com as práticas criminosas, além de localizar documentos e mídias que possam reforçar os indícios já colhidos no decorrer das investigações. As investigações vêm sendo desenvolvidas há quatro meses e isso possibilitou a identificação de como se operava as atividades ilícitas.

Empresários e outras pessoas ligadas ao esquema que promoviam a saída de recursos para fora do país por meio dos doleiros, sem a obediência aos normativos legais, serão devidamente identificados, interrogados e indiciados pelos crimes de evasão de divisas e sonegação fiscal, cujas penas poderão chegar a 11 anos de prisão.

As penas somadas, em virtude dos delitos praticados pelos investigados poderão alcançar até 20 anos de prisão, destacando que para o exercício das atividades de câmbio e distribuição de valores é necessária a autorização expressa do Banco Central do Brasil, sob pena de se incorrer nos crimes previstos na Lei do Colarinho Branco (lei 7.492/86) e Lavagem de Capitais (Lei 9.613/98).

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