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04/10/2007 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falso médico preso em clínica da Parquelândia


Uma denúncia encaminhada ao Departamento de Polícia Especializada (DPE), por parte do Conselho Regional de Medicina (Cremec), resultou na prisão de Francisco Paulo Tavares, de 49 anos, por policiais da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF). Ele estava utilizando uma identidade falsa de médico e, há pelo menos quatro anos, trabalhava normalmente em hospitais e clínicas da Capital e do Interior, inclusive cobrindo plantões para médicos integrados ao Programa de Saúde da Família (PSF).

Francisco Paulo Tavares usava o nome falso de Carlos Wagner Luna Gomes e se passava por pediatra e clínico geral. Ele vai responder por exercício ilegal da profissão e falsificação de documentos. Se for condenado, a pena pode chegar a cinco anos de prisão.

Problemas

De acordo com o titular da DPE, delegado Jairo Pequeno, pacientes que tiveram algum problema em relação aos tratamentos médicos indicados pelo acusado devem comparecer à delegacia.

O falso médico recebeu voz de prisão na tarde da última quarta-feira (3), quando trabalhava num clínica no bairro da Parquelândia. Ele confessou a prática ilegal da medicina aos policiais Adams Rolim e Wagner Menezes e foi encaminhado à sede da DDF, que tem como titular o delegado Andrade Júnior. Com o falso médico, foi apreendida a identidade falsa de médico, carimbo com inscrição do Cremec e receitas.

A Polícia apurou que Francisco Paulo Tavares estudou Medicina na Universidade Federal do Ceará (UFC) por 10 anos, de 1976 a 1986, e acabou sendo jubilado. A DDF ainda não sabe como o falso médico conseguiu a identidade profissional de Carlos Wagner, de 50 anos, que exerce legalmente a Medicina em Fortaleza.

Foi o médico Wagner Luna que acionou o Cremec, que, por sua vez, encaminhou ofício à DPE. O falso médico, que se passava por ele, receitou um remédio para uma criança que ele atendeu num posto de saúde, mas o medicamento não estava disponível no estoque.

A mãe do menor procurou uma outra unidade e a atendente do local conhecia o verdadeiro Wagner Luna, e achou melhor avisá-lo sobre o que tinha acontecido.

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