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27/04/2012 - Diário da Rússia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Exposição de quadros falsificados continua causando polêmica na Rússia

Mostra divide opiniões: enquanto uns criticam, outros entendem o objetivo.

A exposição Obras-primas das falsificações, realizada no Museu Pushkin em Moscou, continua causando grande polêmica em toda a Rússia e dividindo opiniões. Enquanto alguns criticam a ideia, afirmando que ela valoriza o crime e os falsificadores, outros entendem que o objetivo é exatamente oposto, ou seja, o de chamar a atenção do público para a necessidade de se aconselhar com um especialista em artes antes de comprar uma tela, uma vez que o trabalho dos falsificadores é minucioso e detalhista e, à primeira vista, torna difícil reconhecer a falsificação da obra de arte.

Uma destas especialistas, Nadejda Gubina, concedeu o seguinte depoimento para a Voz da Rússia:

“Particularmente, eu gostaria de não acreditar na existência de falsificadores e falsificações, mas como analista do mercado de artes, eu não posso ignorar a existência desta rede criminosa que envolve inúmeras pessoas formadoras deste mercado clandestino da arte. O trabalho desta gente é minucioso e detalhista, e revela que os falsificadores são, quase, tão bons artistas quanto os criadores originais dos quadros que eles reproduzem. Daí, a importância de eventos como este que ensinam à população os cuidados mínimos a serem observados diante de uma obra de arte.”

Nadejda Gubina disse ainda que não por acaso, a exposição foi denominada Obras-primas das falsificações porque ela mesma considera estas pinturas, também, como obras-primas, tal a perfeição com que foram feitas.

A crítica admite ainda que as obras falsificadas têm algum valor artístico, mas não podem ser comparadas aos originais.

A grande diferença, entre original e cópia, é o preço porque a cópia, evidentemente, é bem mais barata do que o original. Mesmo assim, diz Nadejda, os falsificadores conseguem ganhar muito dinheiro. Sobre este aspecto, Nadejda Gubina tem a seguinte opinião:

“As pessoas que falsificam obras-primas são excepcionalmente ambiciosas. Elas ridicularizam os peritos, os especialistas, a comunidade mundial, os donos de antiquários, os negociadores, os colecionadores e as pessoas que têm poder aquisitivo para comprar estes artigos. Em geral, os compradores agem de boa fé e, só muito tempo depois, vão se dar conta de que foram enganados. Não é para menos pois elas, sem saber, estão lidando com pessoas de muito talento, malícia e ardilosidade.”

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