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29/04/2012 - Gazeta de Alagoas Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Combate à corrupção é prioridade

Por: Kelmenn Freitas

POLÍCIA FEDERAL. Omar Gabriel Haj Mussi destaca trabalho em equipe com órgãos como a CGU e o MPF.

O novo superintendente da Polícia Federal em Alagoas, delegado Omar Gabriel Haj Mussi, ainda não tem data definida para tomar posse no cargo, vago desde a saída turbulenta de Amaro Vieira.

O delegado ainda finaliza alguns trâmites burocráticos no Paraná – ele estava lotado na superintendência regional da PF, onde exercia o cargo de delegado-executivo.

Em entrevista à Gazeta, o novo superintendente fala um pouco sobre o trabalho na Polícia Federal, o engajamento da corporação no combate ao crime organizado e a parceria com outras instituições para conter crimes eleitorais.

Gazeta. Qual vai ser o foco da sua gestão à frente da PF em Alagoas?

Omar Haj Mussi – A Polícia Federal atua não somente como a polícia judiciária da União, investigando crimes, mas também possui diversas atribuições de caráter administrativo, como por exemplo a emissão de passaportes e o controle de segurança privada, que merecem a atenção do gestor local. No campo policial, seguindo as diretrizes da direção-geral da PF, o enfoque será na investigação de desvios de verbas públicas, corrupção e crime organizado.

Qual a sua especialidade na PF? Crimes tributários, lavagem de dinheiro... Fale um pouco sobre a sua carreira na instituição.

Minha carreira iniciou-se no Mato Grosso do Sul e trabalhei no Paraná e na Paraíba, atuando na investigação de diversas modalidades de crimes.

O senhor foi delegado regional de combate ao crime organizado na superintendência da PF na Paraíba, entre 2009 e 2010, quando retornou ao Paraná. Durante essa primeira passagem pelo Nordeste, o senhor sentiu alguma diferença entre os crimes mais cometidos no Sul e nesta região do País?

Os crimes são praticamente os mesmos, mudando uma ou outra característica, de acordo com as realidades locais.

Os sucessivos cortes nos repasses de recursos para a PF preocupam o senhor? Teme que as investigações sejam comprometidas de alguma maneira?

O contingenciamento de recursos é uma realidade já enfrentada anteriormente pelos gestores da PF. A busca pela otimização dos recursos por parte da administração e o empenho e comprometimento com o trabalho por parte da equipe policial evitarão prejuízos às investigações.

O senhor foi nomeado há poucos dias para o cargo de superintendente em Alagoas. Já foi informado de como é o cenário por aqui, sobre os inquéritos em andamento?

Apesar da nomeação, ainda está em andamento o processo de remoção do Paraná para Alagoas.

Ao chegar no Estado, tomarei contato com as principais investigações em andamento.

Em entrevista ao portal Gazetaweb, o senhor adiantou que gosta de trabalhar de maneira conjunta com as polícias, para facilitar as investigações. Como se dá essa parceria?

Por todo o Brasil, a PF vem trabalhando em parceria com outros órgãos policiais e não policiais, com excelentes resultados. Destaco como exemplos os trabalhos conjuntos com a Receita Federal, a CGU [Controladoria-Geral da União] e o MPF [Ministério Público Federal]. Em Alagoas, buscaremos manter as parcerias já estabelecidas e estreitá-las quando necessário.

O senhor vai chegar em Alagoas faltando poucos meses para as eleições municipais, em outubro. Considera essa sua primeira grande missão no Estado, ajudar a organizar o pleito numa região com histórico de violência e intensa compra de votos?

Na esteira da resposta anterior, a PF buscará trabalhar em harmonia com a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral, visando manter a ordem nas eleições e coibir a prática de crimes eleitorais.

No escândalo envolvendo o contraventor Carlinhos Cachoeira, vieram à tona algumas denúncias de que agentes federais vazavam informações de operações da PF. Qual a sua opinião sobre casos de vazamento?

Todo e qualquer desvio de conduta de policiais federais deverá ser investigado e punido na forma da lei.

Uma promessa não cumprida em Alagoas envolvendo a PF é a criação de uma delegacia regional no município de Arapiraca, no interior do Estado. O senhor planeja se debruçar sobre esse assunto quando chegar por aqui?

Ainda não tive acesso ao assunto da criação de uma delegacia em Arapiraca; porém, a criação e instalação de delegacias dependem de estudos e análise de uma série de dados objetivos de parte da direção-geral da PF.

Qual a opinião do senhor sobre as polêmicas que quase sempre surgem durante as operações da PF, como o uso de algemas e a “espetacularização” na mídia?

A polícia deve atuar firmemente, respeitando os limites da lei, bem assim os direitos individuais. Sob este prisma, deve ser vista a divulgação das operações policiais e o uso de algemas em presos.

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