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19/10/2017 - Correio da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

China pune mais de um milhão e meio de funcionários por corrupção

Críticos apontam que a campanha anticorrupção de Xi serviu para afastar rivais políticos.

A China castigou mais de um milhão e meio de funcionários públicos e investigou 440 altos quadros do regime, parte da campanha anticorrupção lançada há cinco anos pelo Presidente chinês, Xi Jinping, anunciou esta quinta-feira o Partido Comunista Chinês (PCC).

Yang Xiaodu, vice-secretário da Comissão Central de Inspeção e Disciplina do PCC, anunciou em conferência de imprensa os números da campanha: 2.674.000 de membros do partido investigados, entre os quais 1.537.000 foram punidos.

"Isto demonstra o nosso compromisso com o princípio de que a disciplina deve ser aplicada de forma rigorosa e de que todos os infratores devem ser punidos", afirmou Yang, um dia depois da abertura do XIX Congresso do PCC.

Durante o evento mais importante da agenda política chinesa, que se celebra a cada cinco anos, as teorias de Xi Jinping devem ser incluídas na constituição do partido, refletindo o seu estatuto como mais poderoso líder chinês das últimas décadas.

Críticos apontam que a campanha anticorrupção de Xi serviu para afastar rivais políticos, promovidos por outras cliques internas do PCC.

Durante o Congresso saber-se-á ainda se o responsável pelo órgão máximo de disciplina do partido, Wang Qishan, se vai retirar, ou se a organização abrirá uma exceção à norma que obriga membros com idade superior a 68 anos a afastarem-se. Wang tem 69 anos.

O vice-secretário explicou que os esforços contra a corrupção "aumentaram a consciência dos membros do partido sobre a importância de seguir as regulações e a disciplina".

Outros 440 altos quadros do partido e altas patentes do exército foram investigados pela Comissão, afirmou Yang, detalhando que 43 faziam parte do Comité Central do PCC - os 200 membros mais poderosos do regime - e nove eram do próprio órgão anticorrupção.

Os dois casos mais mediáticos envolveram a prisão do antigo chefe da Segurança Zhou Yongkang e do ex-diretor do Comité Central do PCC e adjunto do antigo presidente Hu Jintao, Ling Jihua.

A China coopera também com outros países para conseguir a repatriação de suspeitos de corrupção que fugiram. Entre os 100 colocados na lista da Interpol, quase meia centena foi entregue às autoridades chinesas.

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