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22/04/2012 - O Documento / Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Prefeito é preso por fraudes que podem chegar a R$ 1 mi no AC


A Polícia Federal em Cruzeiro do Sul (AC) prendeu em flagrante, neste domingo, o prefeito da cidade Porto Walter, Neuzari Pinheiro, o secretário de obras, e mais três empresários, parentes do dirigente municipal, sob suspeita de fraude no processo de regularização de terras da União localizadas município. A fraude foi estimada em mais de R$ 1 milhão.

De acordo com a PF, o esquema envolvia a transferência ilegal de terrenos para empresas do grupo criminoso, composto por familiares do prefeito. Até 20 de abril deste ano, 103 terrenos, totalizando uma área superior a 34 mil m², haviam sido transferidos para a empresa D. N. Construções LTDA, de propriedade do filho do prefeito e de seu irmão.

Outros 11 terrenos foram transferidos para o nome do próprio prefeito, em um total de 3.500 m² de área urbana. Mais dez terrenos, totalizando mais de 4 mil m², foram transferidos para a empresa individual do filho.

O prefeito, seu filho e um dos empresários, foram localizados pelas equipes policiais em embarcações no rio Juruá, enquanto deixavam o município de Porto Walter. Os envolvidos responderão pelo crime de peculato, formação de quadrilha, falsidade ideológica e ocultação de bens de origem ilícita.

Outras acusações

Em agosto de 2011, o Ministério Público Federal no Acre (MPF-AC) entrou na Justiça Federal com ação de improbidade administrativa e pedido de ressarcimento ao erário contra o prefeito, Jonas Daniel de Araújo, secretário municipal de finanças, Demerval Pinheiro de Lima, filho do prefeito além de Gérisson Rodrigues Lima e Valéria Messias de Oliveira. Os acusados teriam participado de esquema que desviou R$ 186 mil de verbas oriundas do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Básico (Fundef/Fundeb).

Segundo a ação, os acusados Neuzari e Jonas Daniel, emitiam cheques em nome de "laranjas" e justificaram com a apresentação de 25 notas frias. Os outros três acusados, Gérisson, Valéria e Demerval seriam os responsáveis pelo recrutamento das pessoas que cederiam seus nomes para constarem como fornecedores no esquema.

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