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04/10/2007 - Diário de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Búlgaros usaram 600 cartões para roubar ATM

Por: ANA MAFALDA INÁCIO


Um grupo de nacionalidade búlgara efectuou levantamentos de caixas multibanco instaladas na zona da Grande Lisboa que resultaram no roubo de 30 mil euros. Segundo apurou o DN, foram usados 600 cartões de crédito contrafeitos emitidos por entidades bancárias de vários países como França, Qatar, Ilhas Maurícias e até Portugal. O grupo operou entre os dias 13 e 28 de Setembro. No dia 29, a Polícia Judiciária conseguiu deter dez elementos, nove homens e uma mulher, ao dar cumprimento a seis mandados de busca. O grupo encontra-se em prisão preventiva.

De acordo com o que apurou o DN, a Judiciária foi alertada para o tipo de fraude que estava a ser levada a cabo em Portugal pela Unicre, instituição financeira de crédito internacional, ao perceber que o mesmo cartão estava a ser usado em vários países no mesmo dia. As primeiras transacções duvidosas terão ocorrido a 13 de Setembro em caixas situadas no centro da capital, nomeadamente nas ruas Duque de Loulé, da Palma, avenida Almirante Reis, Martim Moniz, e ainda em Queijas e Alcabideche. Num dia, arrecadaram dez mil euros, usando o mesmo cartão em dois levantamentos de 200.

PIN verdadeiro em plástico

O grupo usou cartões de plástico, mas com tarjetas magnéticas que continham dados verdadeiros. Daí, as operações terem sido aceites pelas caixas ATM. Segundo contou ao DN fonte ligada à investigação, "os PIN usados eram verdadeiros". A situação é possível "através do roubo de carteiras que contém cartões e os códigos guardados juntamente. Às vezes, numa agenda, mas facilmente perceptíveis", explicou a mesma. Mas muitos destes códigos são captados junto dos próprios utilizadores e quando estes efectuam levantamentos. "Há sempre alguém que se chega ao utilizador e percebe o código que está a marcar na transacção verdadeira. Depois, esse código é usado em tarjetas falsificadas", acrescentou.

O grupo de búlgaros integrava elementos dos 22 aos 36 anos, que permaneciam poucos dias no nosso País, normalmente de sexta-feira a domingo, para realizar tais operações. No momento das detenções, uma operação que envolveu 45 inspectores, a Judiciária apreendeu ainda, para além dos 30 mil euros em dinheiro e dos 600 cartões falsos, diversos telemóveis, duas viaturas, material informático destinado à contrafacção e documentação falsa. De acordo com a PJ, a detenção do grupo "evitou a utilização de centenas de outros cartões bancários clonados, cujos dados estavam na posse dos detidos e prontos a efectuar novas contrafacções.

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