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30/03/2012 - Tô Sabendo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Parceria com banco e contabilidade dificultam entrada no Brasil, diz Tsys

Por: Olívia Alonso

Apesar das barreiras, gigante norte-americana de cartões afirma estar em fase avançada na montagem de infraestrutura para concorrer com Cielo e Redecard.

Interessada em um mercado que cresce pelo menos 20% ao ano, a Tsys, uma das dez maiores credenciadoras dos Estados Unidos, está determinada a começar a operar no setor de cartões no Brasil. O empenho é observado nos esforços da companhia para driblar as duas maiores dificuldades para a atuação de uma estrangeira: a formação de uma parceria com um grande banco e a montagem de uma plataforma tecnológica adaptada ao mercado local.

Neste momento, a Tsys já está adiantada no desenvolvimento tecnológico, mas ainda está conversando com os bancos para encontrar um parceiro. “Já estamos em um estágio avançado para ter uma plataforma para operar e uma infraestrutura de software com as características do mercado brasileiro,” diz Antonio Jorge de Castro Bueno, responsável pela área de expansão de negócios da Tsys para a América Latina.

Em relação à parceria com uma instituição estrangeira, o executivo acredita é uma questão de tempo. “Em algum momento, quando tivermos oportunidade, vamos entrar no mercado,” diz. Sem um grande banco, fica mais complicado para o adquirente conseguir conquistar as principais bandeiras, com Visa e Mastercard, uma vez que o banco é que vai aumentar sua capacidade de emissão de cartões e reduzir o risco de concessão de crédito.

A dificuldade é encontrar uma instituição que ainda não seja parceira da Cielo ou da Redecard, as duas líderes do mercado, com mais de 90% de participação. Enquanto o Itau Unibanco é dono da Redecard, Banco do Brasil e Bradesco são acionistas da Cielo, que também tem acordos com HSBC e Safra. O Santander, por sua vez, é parceiro da credenciadora GetNet, que tem cerca de 2,5% de participação no mercado de adquirência. Uma saída para as norte-americanas seria a busca de acordos com bancos médios, na opinião de Pedro Damasceno, sócio da gestora de investimentos Dynamo, que é acionista da Cielo.

Em relação à adequação da plataforma, a maior dificuldade está na complexidade do sistema de pagamentos brasileiro, que exige um sistema ajustada à contabilidade do país e às regras do Banco Central. “O Brasil é muito complexo. Não tem como um software vir de fora adaptado ao sistema do país,” diz Bueno, que acrescenta que a Tsys já superou esta questão.

Atuação em nichos específicos

Assim que conseguir um parceiro e estiver pronta para operar, a Tsys prentede começar por alguns nichos específicos, segundo Bueno. Entre as opções estão os transportes públicos e cartões pré-pagos. “Com uma série de negócios, a empresa buscará um patamar de faturamento que viabilize sua operação,” diz Bueno.

Além disso, ele conta que a empresa está planejando atuar com serviços diferentes. “Não podemos achar que um adquirente lida apenas com crédito,” afirma, sem dar detalhes do que a empresa trará de novo ao Brasil.

Apesar de ser novidade no negócio de adquirência brasileiro, a Tsys já opera no processamento de cartões no Brasil desde 2008, quando fez um acordo com o Carrefour. A empresa já tinha um escritório em São Paulo desde 2005 e, dois anos depois, decidiu vir definitivamente ao país, diz Bueno. Em breve, segundo o executivo, a empresa espera anunciar um novo cliente.

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