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30/03/2012 - Capital News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatários de SP fabricavam cartões de crédito para aplicar golpes em comerciantes

Por: Alessandra Carvalho

Estelionatarios tinham a maquina de fazer cartões bancarios que eram clonados em nomes falsos.

Uma quadrilha de estelionatário foram presos descarregando cerveja em uma residência na Vila Carvalho, em Campo Grande. Ulisses Satoro Hirano, Reginaldo Dantas Gerra e Luciano de Moura Costa, estão na 2ª Delegacia da Polícia Civil, acusados de crime de estelionato, receptação e formação de quadrilha.

Ulisses e Reginaldo são da cidade de São Paulo/SP e estavam hospedados em um hotel de luxo. Conforme o delegado Weber Medeiros, o Ulisses fabricava cartões falsos como clientes do banco Santander e Citibank.

O acesso era através do google. Ele conseguia uma trilha com nomes de pessoas que recebem atendimentos pelo banco. E fabricava e clonava cartões no nome de Mario Takeshita para aplicar golpes em lojas.

Reginaldo era o comparsa do Ulisses e ajudava ele a cometer os golpes em vários comércios da cidade. Luciano conheceu Reginaldo e Ulisses em campo Grande e fazia a parte das compras, vendas e distribuição das mercadorias que eram roubados nos golpes.

As vítimas eram os comerciantes de Campo Grande. Um proprietário de um supermercado denunciou para a polícia o golpe. Naquele dia os três acusados de estelionato começaram a perseguido e passaram em dois locais para despistar. No terceiro lugar que fica em uma residência na Vila Carvalho estavam descarregando 128 caixas de cerveja.

Eles foram presos em flagrante. Foram apreendidos 380 caixas de cervejas, um televisor de 40 polegadas, notebook,R$ 2 mil, 40 cartões de crédito bancários e 50 cartões magnéticos em brancos que estavam prontos para ser feito mais cartões bancários e uma impressora de clonagem de cartões.

Durante a coletiva de impressa o delegado Weber queria mostrar o rosto do Ulisses, Reginaldo e Luciano para as vítimas que ainda não representaram reconhecer os acusados de estelionato e denunciar na delegacia. Naquele momento os advogados Edgar de Souza, Marcio de Oliveira e Geraldo Marcondes não aceitaram mostrar o rosto dos seus clientes.

Luciano disse que conheceu o Ulisses e Reginaldo em Campo Grande e assumiu que estava comprando garrafas de cerveja para poder comercializar. “ Tinha comprado 120 caixas de cerveja e tinha pago R$ 1,1 mil em 80 caixas e R$ 526 em 40 caixas. Estava com a nota fiscal em mãos e não sabia que era nota fria. A cerveja iria ser comercializada em uma boate que era da minha irmã”.

Conforme Weber, mais dois homens foram encaminhados para a delegacia. Eles foram ouvidos e liberados e vai responder pelo crime de receptação culposa.

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