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28/03/2012 - O São Gonçalo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

'Vovó' perde 2 mil em golpe em São Gonçalo

Por: Marcela Freitas


Uma idosa de 81 anos, moradora de Nova Cidade, em São Gonçalo, foi vítima de um dos golpes mais tradicionais e antigos do Brasil: o do ‘bilhete premiado’. Fazendo se passar por uma ganhadora de R$ 2 milhões na mega-sena, uma mulher que se identificou como Luiza, se aproximou da vítima e ofereceu o bilhete em troca de R$ 2 mil.

Acreditando que estaria ajudando a golpista, a idosa foi até uma agência do Banco Itaú, em Nova Cidade, e retirou a quantia para a mulher. O crime foi denunciado pela filha da idosa, que disse ter estranhado ver a mãe saindo em companhia da suspeita. Cerca de 4 horas depois, a idosa chegou com o bilhete em casa acreditando que estava milionária.

Alertada pela filha, as duas procuraram a 72ª DP (Mutuá), para registrar ocorrência. O delegado Oscar de Sá encaminhou a idosa para confecção de retrato falado da golpista.

Golpe - De acordo com a polícia, o golpe é sempre da mesma forma. O golpista, com jeito de caipira pouco esperto ou de pessoa humilde, pede informações sobre o endereço de uma agência da Caixa Econômica Federal dizendo que é para receber um prêmio de loteria ou outro sorteio.
Os golpistas mostram o bilhete premiado (forjado ou falso), juntamente com um documento da Caixa Econômica Federal (também falso ou forjado) constando o número do bilhete premiado e o valor do prêmio.

A caminho da agência bancária, e depois de muita conversa, o golpista propõe à vítima de lhe vender o bilhete premiado por uma fração do seu valor.
Para justificar a generosa oferta eles dizem que têm pressa porque o ônibus para sua cidade parte em 15 minutos, que esqueceu ou perdeu os documentos (e não pode retirar o prêmio), que está desorientado com a burocracia ou com a ‘cidade grande’, que é analfabeto, que tem alguém esperando ele.
Se a vítima cair nesta conversa sacará o dinheiro da própria conta bancária e o entregará ao golpista em troca de um bilhete que não vale nada. Existem casos onde o golpista, em vez de dinheiro, aceita valores como joias.

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