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30/03/2012 - Diário de Pernambuco Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Casos de fraude virtuais subiram 9% no Brasil, atesta PwC


Os crimes digitais têm crescido tanto no ambiente global como no nacional. Em dois anos, houve um aumento de 9% na ocorrência dessas fraudes em território brasileiro, atingindo um índice de 33% em 2011, segundo estudo divulgado pela consultoria internacional PwC. E para piorar a situação: “Não existe uma maneira 100% certa de evitar esse tipo de crime. O sistema sempre vai ter uma brecha que pode ser explorada”, argumenta Ruy Guerra, professor do Centro de Informática (CIn) da UFPE.

À primeira vista, a situação parece caótica. Mas, pelo menos por enquanto, não há motivo para pânico. Primeiro porque, como aponta a própria pesquisa, o aumento da estatística não significa necessariamente a maior incidência de crimes digitais. Como assim? Uma das hipóteses levantadas pelo estudo é que o tema tem tido maior destaque na mídia nos últimos anos, levando as empresas a tomar ciência sobre o assunto e começar a verificar o que antes passava despercebido.

Segundo: as técnicas disponíveis para o controle de informações dentro da empresa, apesar de não garantirem totalmente a segurança do sistema, são bastante eficientes. Conduzir regularmente avaliações de risco de fraude, ou seja, contratar “hackers do bem” para tentar invadir seu sistema e encontrar possíveis falhas é uma das táticas de segurança. Outra opção é envolver as equipes de tecnologia da informação (TI), auditoria interna e diretoria para combater os crimes digitais. Conscientizar e atribuir responsabilidades ao CEO da empresa a respeito dos riscos digitais também é fundamental.

Porém, nesse ponto as empresas e os executivos brasileiros deixam muito a desejar. Aproximadamente dois em cada cinco nunca receberam qualquer tipo de treinamento em segurança cibernética. Além disso, 51% afirmaram que os CEOs e a diretoria de suas empresas não adotam processos de verificação de ameaças de crimes digitais ou os adotam de modo não formal, apenas para fins específicos. Na opinião do professor do Cin, outro fator que pode desestimular as companhias em investir em proteção é o alto custo das operações. “O serviço de segurança digital é muito especializado, e, portanto, caro”, adverte.

Por Hugo Bispo, da equipe do Diario

Os crimes digitais em números

- Pesquisa da PwC atesta que 33% das empresas brasileiras entrevistadas sofreram crime econômico nos últimos 12 meses (em 2009, eram 24%);

- O Quênia é o país que com maior incidência desse tipo de crime, com 66% de respostas positivas nos últimos 12 meses. Já o Japão é o país com o menor índice, com apenas 6%;

- Para 45% dos brasileiros, os riscos de crimes digitais cresceram nos últimos 12 meses, mais do que os 39% que disseram o mesmo no restante do mundo;

- Praticamente um em cada dez entrevistados que revelaram ter sido vítimas de fraudes sofreram prejuízos superiores a US$ 5 milhões;

- Os danos à reputação são o principal temor para 63% dos entrevistados brasileiros e 40% no mundo.

- Aproximadamente 2 em cada 5 profissionais nunca receberam qualquer tipo de treinamento em segurança cibernética. Entre as empresas, 37% não promoveram qualquer tipo de treinamento em segurança digital nos últimos 12 meses;

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