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22/03/2012 - Jornal Floripa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Após denúncias de fraude, Rufollo é multada em R$ 180 mil, diz secretaria

Secretaria determinou suspensão de participação em licitações do governo. Decisão será publicada no Diário Oficial de sexta, segundo secretaria.

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) informou que aplicou, nesta quinta-feira (22), uma multa no valor de R$ 180 mil à Rufollo Empresa de Serviços Técnicos e Construções LTDA. A secretaria afirmou também que determinou a suspensão de participação da empresa de qualquer licitação no governo do estado do Rio de Janeiro. As medidas acontecem após denúncia de fraudes de licitações públicas em hospitais do Rio revelado pelo Fantástico.

De acordo com a Secretaria, esta punição é resultado de dois processos abertos em outubro de 2011 pela Subsecretaria Executiva da SES-RJ contra a Rufollo para investigar a falta de cumprimento regular e satisfatório do serviço contratado a partir de licitação.

O governo ainda informou que a decisão será publicada em Diário Oficial nesta sexta-feira, 23 de março.

A gerente da Rufollo Serviços Técnicos e Construções, Renata Cavas, chegou por volta das 15h45 para prestar depoimento na sede da Polícia Federal, na Zona Portuária da cidade. Na reportagem, Renata aparece falando que negociar propina é "a ética do mercado". Ela deixou a sede da PF por volta das 17h20 sem falar com a imprensa.

Na sexta-feira (23), é a vez da Toesa prestar esclarecimentos.

Mais cedo, a Rufollo informou, em nota, que os funcionários que apareceram na reportagem do Fantástico no último domingo (18) já foram afastados até que todos os fatos sejam esclarecidos.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (22), a assessoria da empresa cita Constituição e pede que seja assegurado o direito ao contraditório. Mas a nota ignora que uma das pessoas que aparecem nos flagrantes feitos pela reportagem é Rúfolo Vilar, que se identifica como o dono da empresa.

Na reportagem do Fantástico, o repórter Eduardo Faustini, que se passa pelo gestor de compras, pediu a presença do dono da empresa para confirmar o pagamento da propina. Rúfolo Vilar vai ao hospital. Ele confirma que apesar de não estar no contrato social da Rufollo, é ele mesmo quem manda na empresa.

Ao todo, a Polícia Federal abriu quatro inquéritos para investigar crimes como fraudes em licitação, corrupção e formação de cartel. O delegado Antônio Carlos Beaubrun Júnior está à frente do caso.

Primeiro dia de depoimentos

No primeiro dia de depoimentos, foram ouvidos o presidente da Bella Vista Refeições Industriais, Adolfo Maia, o diretor do Instituto de Pediatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Eduardo Migowski, e o vice-diretor, Bruno Leite Moreira. Eles falaram sobre o motivo pelo qual abriram as portas do hospital para a reportagem do Fantástico.

“Queriam saber os motivos pelos quais a gente disponibilizou o espaço para a reportagem do Fantástico. Foi justamente porque a gente estava se sentindo lesado, com o prejuízo de R$ 120 mil”, explicou Migowski.

A Polícia Federal ainda decidiu convocar mais três pessoas para prestarem depoimentos, provavelmente na semana que vem.

Bella Vista se defende

Na tarde de quarta-feira (21), a assessoria da Bella Vista divulgou uma nota sobre o assunto, na qual o proprietário da empresa "reafirmou estar sendo injustiçado com a ameaça de suspensão de contratos, pois a empresa nunca participou de atos ilícitos com pagamento de propinas, e Jorge Figueiredo não estava autorizado a atuar na área pública".

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