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27/03/2012 - TEK Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Comissão Europeia propõe centro de combate ao cibercrime

Por: Patrícia Calé


A União Europeia vai ter, a partir de 2013, um centro de combate ao crime informático. A estrutura vai funcionar sob alçada da Europol, coordenando políticas em matérias relacionadas com a Internet como o roubo de identidade, fraude com cartões de crédito ou pornografia infantil.

A proposta para a criação do novo centro é apresentada, formalmente, esta quarta-feira, pela comissária dos Assuntos Internos, Cecilia Malmström. Sendo aprovada pelos restantes comissários, seguirá para ser avaliada pelo conselho de administração da Europol.

Pretende-se que a nova estrutura funcione em estreita colaboração com a agência de segurança europeia, a ENISA, e com as chamadas Computer Emergency Response Teams (CERT), centros de resposta locais.

Neste sentido, vai dar apoio às investigações intentadas nos Estados-membros, estabelecendo e gerindo bases de dados na área do cibercrime, ficando também responsável pela formação de "especialistas locais".

Inicialmente a estrutura estará focado em três grandes áreas: os crimes online cometidos por grupos organizados, especialmente os geradores de grandes lucros; os crimes que lesam seriamente as suas vítimas, tais como a exploração sexual de crianças; e os ataques contra a infraestrutura crítica na Europa.

A União Europeia tem vindo a tentar concertar esforços no combate ao crime informático, quando muito recentemente uma análise da ENISA concluía que há recursos, a nível interno, que estão a ser desperdiçados.

A pesquisa apontava, por exemplo, que os CERT não tiram partido de todas as fontes à sua disposição para prevenir ameaças. Também sublinhava que muitos destes centros nem sequer reúnem ou partilham dados de incidentes com outros centros do género, uma postura considerada preocupante.

Na lista de falhas apontadas pelo documento contavam-se ainda evidências de problemas ao nível da qualidade dos dados, falta de normalização, de ferramentas, recursos e competências.

As recomendações indicavam sobretudo a necessidade de melhorar a qualidade da informação, a sua distribuição e a própria forma como esta é guardada.

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