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12/03/2012 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

"Tem muita gente envolvida na fraude", diz governador

Por: Ana Adélia Jácomo

Silval acompanha investigação da Polícia Fazendária sobre desvio de R$ 12,9 milhões.

O governador Silval Barbosa (PMDB) disse que não sabe exatamente quantos servidores públicos, lotados na Secretaria de Fazenda, estão envolvidos no esquema que onerou os cofres públicos, com um desfalque de R$ 12,9 milhões na Conta Única. Mas, admitiu a possibilidade de existirem "muitas pessoas" envolvidas na fraude.

Mesmo após o auditor-geral do Estado, José Alves Pereira Filho, ter revelado que a folha de pagamento falsificada beneficiava 32 “fantasmas”, Silval afirmou que não tinha mais informações sobre a questão e que apenas determinou que a Polícia Fazendária iniciasse uma imediata investigação.

“Tem muita gente envolvida, temos que apurar melhor e saber, inclusive, se há dinheiro guardado em algum lugar também”, disse o governador, em entrevista no fim de semana.

Silval reafirmou que o Governo não vai medir esforços no sentido de tentar reaver o dinheiro desviado. Mas, não explicou quais mecanismos serão adotados para conseguir esse objetivo.

“Não é minha função descobrir se há questões pendentes. Pedi prioridade nessa investigação e estou aguardando os resultados”, disse o governador.

A Delegacia Fazendária está investigando em várias linhas, inclusive, o padrão de vida de cada um dos 32 funcionários “fantasmas” beneficiados pela fraude na Conta Única do Estado.

Há informações de que tais pessoas não apresentam sinais exteriores de riqueza compatíveis com os rendimentos de até R$ 9 mil que recebiam mensalmente. O caso corre em segredo de Justiça.

Entenda o caso

A Conta Única do Estado vem passando por uma investigação desde janeiro.

A Corregedoria Fazendária vem apurando se houve enriquecimento ilícito por parte da servidora Magda Mara Curvo Muniz, que, inclusive, já foi exonerada do cargo de coordenação de controle do sistema.

A Delegacia Fazendária, em conjunto com a Auditoria Geral e o Ministério Público Estadual, apura os pagamentos realizados indevidamente.

Há a suspeita de que a prática de desvio de dinheiro do Estado pode estar ocorrendo desde antes de 2007, quando a AGE detectou um rombo de R$ 7 milhões, referente a quatro anos posteriores. Só em 2011, mais R$ 5 milhões foram desviados.

Contudo, o Banco do Brasil não tem como comprovar as transações mais antigas, já que todo material prescrito – com mais de cinco anos de arquivamento – é descartado.

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