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15/03/2012 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia de GO apresenta suspeitos de desviar dinheiro de pessoas mortas

Alvos eram falecidos que tinham ganhado ações contra o estado na Justiça. Golpes foram consumados em São Paulo e em Manaus, diz polícia.

A Polícia Civil apresentou, nesta quinta-feira (15), os suspeitos de participar do esquema que desviava dinheiro de conta de pessoas mortas. A investigação, que durou quatro meses, também revelou como a fraude era realizada.

A quadrilha era composta por oito integrantes, todos de Goiás. O alvo eram pessoas que tinham ganhado ações contra o estado na Justiça, mas morreram antes de retirar o dinheiro.

O líder do grupo, como apontam as investigações, conseguia sacar o dinheiro das ações na Caixa Econômica Federal (CEF) no lugar de correntistas mortos. O braço direito dele era uma mulher, que, de acordo com o inquérito, contava com o apoio de um funcionário da Receita Federal e outro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Os dois comparsas seriam responsáveis por repassar à quadrilha informações das famílias lesadas. Três integrantes eram responsáveis por identificar vítimas em potencial . Outro membro do grupo falsificava os documentos necessários.

Golpe

A polícia identificou três golpes consumados no estado de São Paulo e um em Manaus. O total comprovadamente desviado só nesse período foi de R$ 3,5 milhões. As prisões aconteceram quando o grupo se preparava para uma nova fraude em Goiás.

A polícia ainda procura outros suspeitos, principalmente gerentes de bancos que facilitavam os saques. “No dia de resgatar o dinheiro tem que ser aberta uma conta no nome da pessoa. Lá na tela do banco vai constar que aquela pessoa faleceu. Se não contar com a participação do gerente o golpe não pode ser executado”, explica o corregedor da Polícia Civil Jandson Barreto.

Quanto à acusação contra os gerentes de agências, a CEF alega que não foi informada pela polícia de qualquer relação entre a fraude e o banco. Sobre a denúncia contra os dois funcionários públicos, a Receita Federal entende que a responsabilidade é do próprio servidor.

O funcionário ligado ao TRE, na verdade, pertence ao quadro do estado e está à disposição do tribunal. Por isso, é a Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) quem responde. Segplan informou que vai apurar o fato e começar a investigação.

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