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14/03/2012 - Bom Dia Sorocaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Governo muda o Enade para combater fraudes

O exame será obrigatório também aos alunos do penúltimo semestre de todos os cursos selecionados.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou ontem uma série de mudanças na aplicação do Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudante). Uma das principais medidas será tornar a avaliação obrigatória para todos os estudantes que vão concluir o curso no ano (atualmente, quem termina a faculdade no primeiro semestre não presta o exame). Além disso, a nota de um aluno que trocou de universidade no ano da sua formatura será, a partir de agora, atribuída à faculdade onde ele estudava antes.

A medida foi tomada após suspeita de que a Unip (Universidade Paulista) selecionava apenas os melhores alunos para a prova com o objetivo de ter uma nota alta e fazer publicidade com isso, além de escapar da fiscalização do ministério. A denúncia, investigada pelo MEC, diz que alunos com baixo desempenho escolar não eram cadastrados para fazer a prova. Após o exame, a situação era regularizada. A Unip nega o esquema.

“As mudanças são para garantir a eficácia da avaliação do Enade. Tentar adiar a formatura de um estudante para melhorar o desempenho não será mais permitido. Nós queremos que todos eles façam para termos a verdadeira avaliação de cada instituição”, afirmou Mercadante, durante a reunião na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

KIt gay/ O ministro afirmou ainda que o kit de combate à homofobia, cuja distribuição às escolas de ensino médio foi suspensa no ano passado, não é a solução adequada para enfrentar o problema. Perguntado pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) sobre quais seriam as medidas do governo para combater o bullying contra os alunos homossexuais, Mercadante respondeu que o debate precisa ser despolarizado. “Precisamos fazer uma pesquisa mais aprofundada e cuidadosa de como construir um diálogo que respeite a diversidade em todas as suas formas, a pluralidade. Lançar um material didático, produzir um vídeo e lançar na escola, isso não vai resolver”, disse.

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