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14/03/2012 - Jornal A Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem levava acusada de estelionato à Prefeitura

Por: Monize Zampieri

CPI da Cohab: morador do Alexandre Balbo diz que foi motorista particular de Marta Mobiglia.

Às vésperas da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), que investiga suposto desvio de casas populares, ser encerrada, surge mais um suposto envolvido no esquema. André Luis de Paula Messias disse ontem (13) ao A Cidade que trabalhou como motorista particular de Marta Mobiglia por seis meses. Ele garante que levou a acusada de estelionato à prefeitura até três vezes por semana. Messias foi indicado por Vera Aparecida Tonim - mãe de uma das vítimas -, que foi ignorada pela comissão.

Vera procurou Bertinho Scandiuzzi (PSDB), que compõe o bloco de oposição, porque queria depor na comissão. Ela informou ao vereador que conhecia o ex-motorista. A negativa da base para ouvi-la fez com que os oposicionistas - Bertinho, Gilberto Abreu (PV) e Jorge Parada (PT) - deixassem a comissão.

Bancos, cartórios e residências de bairros diversos, onde Marta teria recebido documentos e dinheiro, faziam parte do roteiro diário de Messias. O itinerário não foi revelado à CPI porque vereadores da base governista se recusaram a realizar novas oitivas.

Motorista particular

Messias trabalha em uma transportadora e tem um estabelecimento no bairro Alexandre Balbo. Ele diz que recebia salário de R$ 2 mil pelo trabalho prestado a Marta, das 8h às 17h. O ex-mototaxista disse que a conduzia em um Renault Scénic preto, que acabou vendendo após ser dispensado em outubro. O rapaz declarou que Marta estava sempre acompanhada de uma mulher chamada Eleusa, moradora do Quintino Facci II.

Ele diz desconhecer o que Marta fazia na prefeitura. "Não sei se levava dinheiro. Às vezes demorava lá, às vezes, não demorava. Eu era apenas motorista da Marta, não sabia de detalhes", afirmou, emendando que nunca ouviu Marta citar nenhum político como participante do esquema.

Messias confessou ter falado do suposto esquema para Vera, mas negou que tenha parentes na Cohab, como ela relatou (leia abaixo). Ele disse não se lembrar de ter levado Marta até a Cohab nenhuma vez. "Meu pai e meu irmão também foram vítimas, não gosto nem de falar disso", afirmou.

Dentre os bancos a que o motorista levava a acusada de estelionato estão Caixa Econômica Federal, Itaú e Banco do Brasil. Ele diz que conheceu Marta em uma festa no início de 2011 e que foi dispensado após mandar seu carro para o conserto. "Ela disse que não dirigia, mas me disseram que agora está dirigindo e que comprou um carro novo", contou.

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