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13/03/2012 - Mais Comunidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia fecha fábrica de vodca e uísque falsificados

Operação Ressaca da DCPIM efetuou a prisão de um homem, acusado de adulterar bebidas, em uma casa de Samambaia. Outros são investigados.

A Delegacia de Combate aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DCPIM) apresentou, na manhã de hoje, o resultado de uma operação denominada Ressaca o que teve como objetivo prender Wanderlei Félix Pereira, 20 anos, que é acusado de falsificar bebidas alcoólicas e revendê-las em uma distribuidora, em Samambaia, e para casas de festas nas regiões administrativas de Taguatinga, Riacho Fundo e Ceilândia. Outras pessoas que também estariam envolvidas no crime estão sendo investigadas pela Polícia Civil.

O delegado-chefe da DCPIM, Flávio Messina Alvim, disse que a delegacia passou a investigar o acusado depois de receber uma denúncia anônima. Wanderlei foi monitorado durante 20 dias, e, ontem, acabou preso, em flagrante, dentro de casa, na QR 413 de Samambaia. Os policiais foram ao local cumprir um mandado de busca e apreensão e se depararam com o rapaz falsificando algumas bebidas alcoólicas. Na residência, foram encontradas quatro garrafas de uísque adulterado, baldes com materiais em processo de destilação, além de mil garrafas vazias que seriam usadas para colocar o produto falsificado.

Também foram apreendidas cerca de 50 garrafas de bebidas alcoólicas adulteradas em uma distribuidora do acusado, na Quadra 423 de Samambaia. O comércio foi fechado e as bebidas recolhidas. Foram encontrados de posse de Wanderley R$ 2.800, em espécie, que seriam da venda desses produtos, realizada no domingo. A polícia acredita que ele lucrava mais de R$ 15 mil por mês.

“Ele usava caramelo, aromatizantes, álcool cereal, corante, remédio para dor de cabeça e bebidas de má qualidade para fabricar uísque e vodca adulterados que eram colocados dentro de garrafas de marcas famosas para poder ludibriar os consumidores dessas bebidas”, comenta Messina.

Ao menos dez empresários de casas de festas foram identificados e serão indiciados por comprar as bebidas falsificadas. “Essas pessoas sabiam do golpe e compravam as bebidas a preços baixos e as revendiam. A bebida também era fornecida a produtores de festas open bar”, completa Messina. Wanderlei foi indiciado por crime contra a saúde pública que é inafiançável. Se condenado pode pegar de quatro a oito anos de reclusão.

Péssimas condições de higiene

A polícia informou que o local onde as bebidas eram preparadas era insalubre, com fezes de cachorro, moscas e que as garrafas usadas para colocar a vodca e o uísque não eram lavadas pelo acusado. “Nós encontramos várias garrafas com corpos estranhos dentro. Ele usava um balde de tinta para coar as bebidas, misturadas aos componentes usados para a falsificação. Esse é um crime gravíssimo”, explica.

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