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07/03/2012 - Midiamax Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Após proibição, CRF/MS faz alerta sobre falsificação de medicamento para câncer

Por: Graziela Rezende


Após a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicar nesta quarta-feira (7), a proibição da distribuição, comércio e uso, em todo o território nacional, do medicamento MabThera 500mg/50ml (rituximabe), lote B6038, o CRF/MS (Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul) alerta sobre os cuidados na compra de medicamento.

Segundo o presidente do CRF/MS, Ronaldo Abraão, existem maneiras de identificar a falsificação destes produtos. “A embalagem, por exemplo, deve estar sempre lacrada com selo ou com uma cola, de tal forma que quando aberta a caixa ela não vai colar novamente. O número do lote da caixa também deve ser igual ao do vidro de medicamento, já que os remédios falsos não têm este cuidado”, afirma o presidente.

O presidente afirma que, apesar das dicas, existem “réplicas” tão perfeitas do remédio que só podem ser descobertas após análises químicas. “Remédios que passam na fronteira, como o Pramil, para disfunção erétil, são os mais falsificados. Além de não fazerem efeito por não terem o princípio ativo, eles podem causar intoxicação e aumentar o risco de morte do paciente”, explica o presidente.

No caso do MabThera, o vice-presidente do CRF/MS, Wilson Hiroshi, explica que o medicamento custa em média R$ 8 mil e é uma dose única. “Este remédio serve para combater diversos tipos de câncer e geralmente é comercializado em clínicas de oncologia ou até mesmo pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e não em farmácias. Mas, mesmo assim, ele não escapa dos falsificadores por conta do negócio lucrativo”, explica Hiroshi.

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