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07/03/2012 - SIC Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Criminalidade económica e financeira praticamente inexistente nas prisões portuguesas

Por: Luís Garriapa

Em Portugal há 17 corruptos na cadeia, apenas dois condenados por fraude fiscal e nenhum por burla qualificada. Os dados a que a SIC teve acesso revelam que o crime económico continua praticamente impune no nosso país.

Os dados estatísticos são da Direcção Geral dos Serviços Prisionais e dizem respeito ao início deste mês de março.

Atualmente, entre os cerca de nove mil reclusos condenados nas cadeia portuguesas, estão 17 corruptos: 13 por corrupção activa, ou seja, os que tentaram corromper alguém e quatro por corrupção passiva os que aceitaram os subornos.

Por branqueamento de capitais, a chamada lavagem de dinheiro estão 4 condenados. Outros quatro cumprem pena por peculato. Funcionários que se apropriaram de dinheiro ou de outros bens.

Crime semelhante - o abuso de poder - levou à prisão duas pessoas. Um número igual ao dos que foram condenados por enganar o fisco. Na cadeia há apenas um caso de tráfico de influências, alguém que através da sua posição ganhou dinheiro por influenciar adjudicações, contratos ou empregos.

Existem quase 190 presos por burlas simples mas por burla qualificada, as de elevados montantes, não há nem um único recluso. Nos preventivos, aqueles que ainda esperam a decisão da Justiça, o cenário é idêntico.

Há dois detidos a aguardar julgamento por branqueamento de capitais, cinco por corrupção ativa e quatro por corrupção passiva. Não há registo de preventivos por abuso de poder, peculato ou tráfico de influências. Esta terça-feira, a taxa de crime económica nas cadeias subiu ligeiramente. Uma operação da judiciária do Porto deteve 11 pessoas por fraude fiscal.

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