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06/03/2012 - Folha de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dados dos clientes ficam protegidos, dizem empresas de pagamento móvel

Por: Roberto Dias e Bruno Romani


A dúvida mais óbvia e recorrente quanto aos pagamentos por celular diz respeito à segurança da tecnologia.

Defensores do NFC afirmam que ele é diferente do Wi-Fi porque exige proximidade para estabelecer contato -o que indicaria um desejo de completar a transação.

Mas e se alguém aproveitar um show, por exemplo, para tentar furtar seus dados?

Não há perigo, diz quem vende essa tecnologia. As informações financeiras ficam num elemento protegido do cartão do celular, só acessível com o aparelho ligado e após digitada a senha.

E se levarem o celular?

É exatamente igual a roubarem seu cartão de crédito e seu telefone, afirma o lado pró-NFC, que recomenda tomar as mesmas atitudes cabíveis nesses casos.

BRECHAS

Nada disso, porém, afasta de vez os temores sobre o sistema, que ganharam força no mês passado, quando duas falhas no Google Wallet, serviço que faz pagamentos via NFC, foram descobertas.

Em 8 de fevereiro, a empresa de segurança Zvelo anunciou que terceiros poderiam descobrir o código numérico que autoriza as transações do Google Wallet. Bastaria o telefone cair em mãos erradas.

Porém, isso só era possível em aparelhos em que foi feito o "root", processo que permite acesso a recursos do sistema operacional normalmente limitados ou bloqueados para o usuário final.

O Google respondeu dizendo que não indica instalar o Google Wallet em celulares que passaram por "root".

Um dia após o anúncio da primeira falha, o blog The Smartphone Champ postou um vídeo no qual mostrava mais um problema com o serviço, que afetava todos os seus usuários. Ao explorar a falha, terceiros poderiam ter acesso aos créditos pré-pagos ligados ao aparelho.

O Google solucionou a falha, e, em blog da empresa, Osama Bedier, vice-presidente da divisão responsável pelo Google Wallet, afirmou que o serviço é seguro.

VULNERABILIDADE

Não há sinais de ataques de hackers a aparelhos com NFC, mas em teoria eles são possíveis. Na última conferência de segurança NinjaCon, Collin Mulliner, pesquisador da Universidade de Berlim, injetou um malware em um celular com NFC ao aproximá-lo de outro telefone.

Concorrentes do NFC exploram, no discurso, essa fragilidade. "As pessoas não querem colocar um cartão de crédito num aparelho móvel. E não querem que isso fique armazenado ali, porque têm medo", diz John Donahoe, presidente do eBay, dona do PayPal, empresa de pagamentos pela internet que usa outras tecnologias.

"Vai demorar anos (e não meses) até você ver o NFC sendo usado largamente por varejistas", complementa.

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