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28/09/2007 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsificação exige cautela de usuários

Por: Renata Benevides


Quem compra medicamentos em feiras e ambulantes, sempre com o preço bem abaixo do mercado, acha que está fazendo um ótimo negócio, mas, na verdade, está colocando em risco seu bem mais caro e precioso: a própria saúde. Além de não fazerem efeito, muitos desses remédios falsificados vendidos no mercado informal podem prejudicar o organismo.

Quem alerta sobre os perigos da utilização desse tipo de droga é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que, além de realizar apreensões durante todo o ano, dá informações sobre como se proteger desse tipo de fraude. Até abril deste ano, os medicamentos falsificados encontrados pela Anvisa foram Cialis 20mg, Viagra e Levitra. No ano passado, além destes, também os produtos Oxandrolona a 100%, Baxter immuno e Fluarix foram alvos de fraudes.

Justamente por conta dos inúmeros casos de medicamentos falsificados no mercado, os fabricantes começaram a adotar medidas de segurança para que o consumidor possa identificar a legitimidade do produto pela embalagem. Atualmente, todos os medicamentos, para serem comercializados, precisam ter, na caixa, um espaço que deve ser raspado com moedas ou qualquer metal. Quando a tinta é retirada, a palavra qualidade é exposta sobre a marca do fabricante.

Além dessa “raspadinha”, conforme a Anvisa, os medicamentos necessitam ter ainda um lacre para caixas e frascos, que, quando retirado, deverá deixar uma marca, indicando que o produto já foi utilizado.

As dicas conhecidas da população, como só tomar remédios com a orientação de um médico, continuam valendo. Um pouco de atenção no momento da compra podem evitar futuros transtornos.

Os medicamentos só podem ser vendidos em farmácias e drogarias. Então, nada de comprar em feiras, camelôs ou de terceiros. É preciso ficar atento, ainda, a promoções e liquidações porque, de acordo com a Anvisa, preços muito baixos podem indicar que o medicamento tem origem duvidosa.

A nota fiscal, que sempre deve ser exigida e guardada, é uma forma de o consumidor se proteger e fazer a queixa, caso venha a ter problemas futuros com o uso do medicamento. Caso haja reações à droga ou mesmo deixe de fazer efeito, a recomendação é procurar o médico imediatamente.

Na embalagem, sempre devem ser observadas informações sobre prazo de validade, nome do medicamento (avaliando a qualidade da impressão), nome e inscrição do farmacêutico responsável no Conselho Regional de Farmácia, que deve estar registrado no mesmo Estado em que o produto é fabricado.

O número do lote impresso na parte de fora deve ser igual ao do frasco ou cartela. Além disso, medicamentos com embalagens rasgadas, rasuradas, amassadas, lacres rompidos e rótulos borrados ou que se soltam facilmente nunca devem ser adquiridos.

Na ocorrência de dúvida, o cliente pode e deve pedir ajuda ao farmacêutico da drogaria. Este profissional sempre deve identificar-se e ter seu nome numa placa em local visível no estabelecimento. No caso de injeções a serem aplicadas na própria farmácia, primeiro é recomendando comprar o medicamento e somente depois pedir para que façam a aplicação, que sempre deve ser supervisionada pelo farmacêutico.

PREVENÇÃO

1 O usuário de medicamentos deve, antes de utilizá-los, sempre verificar a embalagem do produto, observando:
2 Se o nome está impresso na caixa e pode ser lido facilmente
3 Se não há rasgos ou rasuras
4 A data de validade do remédio
5 Se consta o nome do farmacêutico responsável e sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia
6 Se o Estado em que a fábrica do medicamento está instalada é o mesmo local do registro do farmacêutico
7 O número do registro do medicamento no Ministério da Saúde

Mais informações:
Em caso de suspeita ou diferença encontrada, entrar em contato com o Disque Saúde, para mais orientações, pelo número 0800.611977. A Secretaria de Saúde do Município e o Serviço de Atendimento ao Cliente do laboratório devem ser informados.

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