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27/09/2007 - A Tarde Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pirataria movimenta mais dinheiro que o tráfico de drogas

Por: Gabriel Carvalho


A comercialização de CDs e DVDs piratas chama cada vez mais a atenção da polícia para a crise social, agravada pelo desemprego na capital baiana. Segundo levantamento do Grupo Especializado em Proteção à propriedade intelectual (Geppi), 95% por cento das pessoas que vendem os produtos ilegais não tem antecedente criminal. O delegado titular do Geppi, Adaílton Adam vai mais além. “A maioria desse pessoal é pai e mãe de família. São pessoas que perderam o emprego, não foram recolocadas no mercado de trabalho e partiram para a pirataria”, afirma.

Segundo Adam, quem vende produto falsificado, e for autuado em flagrante, pode pegar até cinco anos de prisão em regime fechado. O delegado informou que há uma preocupação da polícia em não recolher o suspeito na primeira irregularidade. “Nós damos uma segunda chance porque entendemos que muitos deles não têm como sustentar a casa, mas se forem pegos de novo, infelizmente teremos que cumprir a lei”, ressalta.

Apesar de ser o meio de vida para as pessoas que vivem na base da pirâmide social, o crime de pirataria é considerado um excelente negócio para os chefões da falsificação. Dados da Polícia Internacional (Interpol) apontam que a atividade ilegal já movimenta mais dinheiro que o tráfico de drogas. Ano passado, o comércio de produtos falsificados rendeu US$ 552 bilhões em todo o mundo contra US$ 360 do tráfico de entorpecentes.

Na Bahia, a polícia afirma que a atividade é pulverizada (principalmente entre os donos de pequenas lan houses e videolocadoras), mas os grandes criminosos do ramo estão espalhados em municípios considerados pólos regionais como Feira de Santana, que abastece o mercado da capital, Juazeiro, Vitória da Conquista e Barreiras.

Durante a última operação policial, realizada nesta quarta-feira (26), mais de três mil CDs e DVDs foram apreendidos em Salvador. Os vendedores foram ouvidos e liberados em seguida. Os principais pontos de venda de CDs, DVDs, roupas e assessórios falsificados são as ruas e becos do centro da cidade, estações de transbordo, Rodoviária e feiras livres de bairros.

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