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19/02/2012 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionato na Grande Cuiabá cresce 36%

Por: Gláucio Nogueira

Em 2011, foram 1.760 ocorrências nos municípios

Ocorrências de estelionato consumado em Cuiabá e Várzea Grande tiveram aumento de 36% no período de 1 ano. São pelo menos 5 novos casos registrados por dia. Atualmente, dos mais de 3 mil boletins de ocorrência por este crime, tentado ou consumado, que serão analisados, no máximo 2% se transformarão em inquéritos policiais. Falta de estrutura, interesse das vítimas e nenhuma hipótese em se chegar aos criminosos estão entre os motivos para que os casos não sejam investigados.

Boa parte das ocorrências trata de fraudes bancárias. São gastos indevidos, movimentações financeiras, compras feitas com uso de documento falso em que as pessoas procuram a Polícia apenas para obter um documento que garanta seu ressarcimento. Isto feito, passa a ser vítima o banco, que não tem interesse nenhum em prosseguir com a ocorrência, uma vez que o dinheiro perdido pela instituição possui seguro.

Estudiosa do assunto, atendendo ocorrências do tipo há cerca de 14 anos, a delegada Valéria Pimenta destaca que ainda há dúvidas entre juristas e a população sobre o que de fato é considerado estelionato.

Explica que, pelo Código Penal, o crime é tipificado por meio de um tripé, o uso de ardil, a obtenção de vantagem ilícita por parte do autor e o prejuízo da vítima.

Atualmente, existem vários tipos de golpe na praça, novos ou até mesmo antigos com algumas evoluções, mas todos com um ponto em comum, o oferecimento de uma vantagem para as vítimas, que em muitos casos acabam concorrendo para o crime motivadas pela ganância.

São ofertas de emprego garantido em grandes empresas mediante pagamento de um supos to treinamento, a chance de passar na frente na fila para a obtenção de uma casa nos programas governamentais , falsas promoções ou até mesmo a compra de um produto por um preço abaixo do mercado. Para que o golpe dê certo é imprescindível que a vítima participe, ou seja, concorra para o crime.

Quando existe a possibilidade de se checar a veracidade da proposta ou da ameaça, é grande a chance de escapar de golpistas. Caso de uma mulher, que não quer ser identificada, que registrou ocorrência no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc) Planalto nesta sexta-feira (17). No boletim, afirmou que recebeu uma ligação, de número restrito, informando que o filho, que estava na escola, havia sido sequestrado.

Assim que recebeu a chamada que , claro, exigi a o pagamento de um resg ate em créditos para celular, pediu ao marido que ligasse na escola. Tranquilizado pela diretora, o casal foi informado de que esta era a quarta ocorrência do tipo envolvendo alunos da instituição. “Eles sabiam detalhes do meu filho, o que me deu muito medo” contou à delegada.

Uma variação do caso promete a entrega de prêmios, usando o nome de emissoras de TV. Se antes os golpistas iam às residências, hoje divulgam o sorteio por mensagem de celular.

Outro caso em que não houve a checagem devida e mostra o quão exposta a golpes está a população envolve um renomado advogado de Mato Grosso. Ele recebeu em seu escritório um homem que lhe ofereceu 5 televisores de última geração a um preço abaixo do mercado. Comprou, pagou, mas não recebeu. “Os golpistas são pessoas atraentes, capazes de envolver facilmente as pessoas. Nem mesmo um advogado, estudioso, conseguiu escapar”.

Ocorrência comum, o golpe do depósito vazio ainda faz muitas vítimas, sobretudo os idosos. O criminoso compra um carro ou outro equipamento, paga com depósito em conta usando um envelope vazio e quando a vítima percebe já está sem carro e sem dinheiro. “Este tipo de crime ocorre geralmente às sextas-feiras, porque dá tempo do criminoso levar o bem antes que a vítima possa checar se de fato o dinheiro está na conta”.

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