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18/02/2012 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Relatório sobre atestados falsos sai na quinta-feira

Por: Luiz de Carvalho


A Comissão de Sindicância que investiga um possível derrame de atestados médicos fraudados em Nova Esperança (a 46 quilômetros de Maringá) pediu prazo até a próxima quinta-feira para apresentar o resultado da investigação. Os trabalhos deveriam ter sido concluídos ontem, mas faltou ouvir um médico que está em viagem aos Estados Unidos e só retorna no início da semana que vem.

A investigação começou depois que empresas da região denunciaram que muitos dos funcionários estavam afastados do trabalho por força de atestados médicos expedidos pela saúde pública de Nova Esperança e se descobriu que tais atestados foram emitidos com assinaturas falsificadas dos médicos.

Outra informação apurada é que os trabalhadores compravam os documentos por até R$ 100 cada um.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Isabel Cristina Vasconcelos, os atestados falsos foram vendidos por funcionários da saúde pública de Nova Esperança e a investigação foi para descobrir quem é o responsável, se tem mais servidores envolvidos e como ocorreu a fraude.

A princípio suspeitou-se que blocos de atestados de médicos da Secretaria de Saúde foram furtados, mas a secretária prefere só falar sobre o assunto após a conclusão da investigação.

"A comissão ouviu várias pessoas e já tem os nomes dos responsáveis, mas os membros somente darão detalhes depois que tudo estiver concluído", destacou Isabel Cristina. Os servidores envolvidos na fraude deverão sofrer processo administrativo e podem ser desligados do serviço público. Antes, porém, com base no resultado da investigação, serão denunciados à polícia.

Seis meses

Além da Comissão de Sindicância, a fraude está sendo apurada pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. Os documentos irregulares foram emitidos em nome de pelo menos quatro médicos e centenas deles podem ter sido vendidos nos últimos seis meses para funcionários de grandes empresas.

O caso chegou ao conhecimento da secretária de Saúde em janeiro, quando diretores do abatedouro Frangos Canção, de Maringá, reclamaram da grande quantidade de atestados médicos liberando funcionários do serviço.

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