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18/02/2012 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Aposentada vendia atestados médicos falsos em Votorantim

Por: Marcelo Roma

Faltas de funcionários prejudicaram indústria de confecção da cidade.

As faltas em série de funcionários em uma indústria de confecção de Votorantim eram justificadas por falsos atestados médicos emitidos por uma aposentada de 58 anos. Vera Lúcia Alves de Souza foi indiciada por falsificação de documento público na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba, mas não ficou presa. Ela cobrava R$ 50,00 por um atestado médico para três dias.
Quem comprava o documento falso apresentava na empresa para poder faltar e não ter os dias descontados do salário. Na indústria de confecção havia 11 atestados médicos em vigor esta semana. A ausência dos trabalhadores prejudicava a linha de produção e houve demissões depois que a fraude foi descoberta.

Vera costumava emitir os atestados falsos em bancos de praça e outros lugares públicos de Votorantim. Ela levava papéis timbrados da Unidade de Pronto-Atendimento de Votorantim, que a Polícia Civil deve apurar se são falsificados ou foram desviados com a ajuda de algum funcionário. Com carimbos de médicos, fazia na hora o atestado, conforme o tipo de doença e por quantos dias a pessoa pedia.

Os médicos cujos nomes estão nos quatro carimbos apreendidos com Vera terão que responder se houve furto ou falsificação. Policiais da DIG foram ontem de manhã cumprir mandado de busca na Vila Irineu, em Votorantim. Vera tinha se mudado de casa, mas no mesmo bairro. Foi detida no momento que saía com uma sacola roxa, levada à delegacia, interrogada e liberada à tarde.

De acordo com o delegado Acácio Aparecido Leite, todo o material apreendido com a aposentada será periciado. Além dos blocos de papéis timbrados e carimbos, foram apreendidos 12 atestados médicos preenchidos - 11 de funcionários da confecção e mais um que possivelmente seria entregue - e bilhetes escritos a mão que a mulher distribuía a interessados.

A pessoa que comprou atestado falso poderá ser processada por falsidade ideológica ou até estelionato, diz o delegado. Nos bilhetes, Vera deixava claro que não aceitava fiado e informava o número do celular. Ela marcava os encontros em lugares públicos, inclusive na praça em frente à igreja de São João Batista, no Centro de Votorantim.

Vera se incomodou com perguntas de repórteres na delegacia, ontem à tarde. Disse que não iria responder e que antes precisariam pedir autorização a ela.

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