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18/02/2012 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende quadrilha que dava golpe em empresas de Maringá

Por: Roberto Silva


A Agentes da Delegacia de Estelionato de Maringá colocaram fim nos planos de uma quadrilha especializada em aplicar golpes em empresas de materiais de construção. Numa operação desencadeada no final da tarde de ontem, os agentes prenderam três homens e uma mulher suspeitos de lesar ao menos nove empresas da cidade. "Com a prisão, acreditamos que muitos golpes serão desvendados no decorrer dos próximos dias ou semanas", afirmou o delegado Paulo Cezar da Silva, que comandou as investigações.

As prisões aconteceram depois de o líder da quadrilha, Milton Cardoso da Cruz, 35 anos, adquirir um lote de madeiras da empresa Pau D´Alho, de Maringá. Dias antes de vencer a primeira parcela, no valor de R$ 3,7 mil, Cruz voltou a procurar a empresa e encomendou outra carga no valor de R$ 7,7 mil, que foi quitada com cheques pré-datados.

Desconfiado, o gerente da empresa foi ao banco e descobriu que os cheques eram clonados. Após procurar Cruz e avisar que só entregaria o restante da carga após a quitação dos cheques, o gerente acionou a Delegacia de Estelionato, que prendeu os acusados no momento em que tentavam substituir os cheques por outros também clonados.

Além de Cruz, foram presos Osvaldo Zanon, 48 anos; Paulo Sérgio Alves Giroto, 30 anos, e sua esposa, Adriana Rosa de Souza, 39 anos. Zanon, que usava documentos falsos, negou envolvimento nos golpes e disse que apenas acompanhava Cruz no momento da prisão. Giroto e a esposa confessaram que faziam os falsos pagamentos, bem como serviam de isca para dar boas referências de Cruz, que também usava documentos falsos para contatar as empresas por telefone e fazer compras. Em interrogatório, Cruz alegou que tinha a intenção de quitar as dívidas.

A versão de Cruz não convenceu a Polícia Civil, uma vez que ele já figura em outro processo pelo mesmo tipo de crime. A reportagem apurou que no ano de 2009 Cruz comprou uma carga de madeira no valor de R$ 35 mil e só pagou R$ 5 mil. De acordo com o dono da empresa, Antonio Romualdo Maciel, o restante da dívida foi quitado com cheques sem fundo.

Ainda de acordo com a polícia, com os acusados foram encontrados documentos em nome de Carlos Alberto Nogueira; Teixeira Chicatti Ltda; Paulo Henrique de Jesus Cardoso e Senival dos Santos. De acordo com o delegado, muitas empresas só perceberão que foram vítimas de golpe depois de os cheques serem depositados. "Nossa orientação é para que nos procure para formalizar o registro do boletim de ocorrência e proceder o reconhecimento dos acusados", disse Paulo Cezar.

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