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16/02/2012 - 180 Graus Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-presidente da Olympus é detido no Japão acusado de fraudes

Tsuyoshi Kikukawa, fabricante de material fotográfico, e outras seis pessoas foram detidas.

O ex-presidente da Olympus, Tsuyoshi Kikukawa, que se demitiu no ano passado na sequência do escândalo das contas "maquiadas", foi detido no Japão nesta quinta-feira (16), juntamente com outras seis pessoas, no âmbito das investigações sobre o caso.

Segundo a agência de notícias Kyodo, a ação contra Tsuyoshi Kikukawa e outros 18 altos dirigentes da Olympus, conhecido fabricante japonês de material fotográfico, foi apresentada em janeiro pela própria empresa, que os acusa de ocultação de um passivo no valor estimado de 117,7 millhões de ienes (cerca de 1150 milhões de euros).

De acordo com a televisão pública NHK, entre os detidos estão o ex-vice presidente da Olympus, Hisashi Mori, o ex-auditor Hideo Yamada, todos suspeitos de participação no milionário encobrimento de perdas desde a década de 90. O esquema de financeiro foi aparentemente organizado por Mori e Yamada, com o conhecimento de Kikukawa.

A Olympus exige aos acusados uma indenização de 3.610 milhões de ienes (36,5 milhões de euros).

Desde a eclosão do escândalo financeiro, as ações da Olympus na Bolsa de Tóquio perderam quase metade do seu valor. Um dos principais acionistas da Olympys Corp, a Nippon Life Insurance, cortou a sua participação na empresa.

Ocultação de passivo

Tsuyoshi Kikukawa, 71 anos, foi detido por investigadores da Procuradoria de Tóquio, que também fizeram uma busca na sua casa na cidade de Kawasaki, ao sul da capital japonesa, para encontrar indícios da sua participação num dos maiores escândalos financeiros do Japão.
Entretanto, as autoridades japonesas continuam a investigar o que aconteceu com o dinheiro que "desapareceu" da Olympus. Há suspeitas de que a maior parte tenha sido transferida para empresas ligadas ao crime organizado. Os investigadores acreditam mesmo que mais de metade do dinheiro foi canalizado para organizações criminosas japonesas como a Yamaguchi Gumi, considerada a maior do país.

Em novembro passado, a Olympus anunciou os resultados de uma investigação interna, segundo a qual a empresa fizera uma série de aquisições que causaram prejuízos para esconder perdas com investimentos durante a expansão do Japão nos anos 80, tendo mantido essas perdas fora dos seus livros de contabilidade durante décadas.

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