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15/02/2012 - Jornal A Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Acusados de aplicar golpes em aposentados são inocentados

Por: Jucimara de Pauda

Quatro pessoas de Ribeirão foram presas em 2007 sob suspeita de pertencerem a uma quadrilha formada por falsos juízes, promotores, advogados e funcionários de fóruns.

Quatro pessoas de Ribeirão Preto presas pela Delegacia de Repressão a Estelionato do Deic, em agosto de 2007, acusadas de darem golpes em centenas de aposentados foram absolvidas. A decisão é da juíza Teresa Almeida Ribeiro Magalhães, do Fórum de Barra Funda, em São Paulo. Ainda cabe recurso.

"No processo não havia a autoria e a materialidade dos crimes e por isto houve a absolvição", diz o advogado Alexandre Durante que representa os quatro absolvidos - eles foram soltos ainda em 2007, 45 dias após a prisão.
A juíza também determinou que os bens apreendidos da família sejam restituídos. Em agosto de 2007, policiais do Deic estiveram em uma casa no bairro Alexandre Balbo, na zona Oeste, e prenderam Marco Aurélio Orlandini, identificado como um dos chefes da quadrilha, Gleidicimara Almeida dos Santos, Ricardo Ferreira de Castro e Jucélia Tereza de Carvalho.

Na época, a Polícia Civil informou que eles faziam parte de uma quadrilha formada por falsos juízes, promotores, advogados e funcionários de fóruns que davam golpes em idosos que tinham dinheiro a receber dos antigos fundos de pensão Capemi e o Montepio.
Na acusação constava que o grupo havia conseguido uma lista com 15 mil nomes de pessoas que tinham direito a esse resgate de recursos e mandava a elas correspondência com o timbre do Tribunal de Justiça.

De acordo com a Polícia Civil, quando recebiam a correspondência, as pessoas retornavam a ligação e integrantes da quadrilha se passavam por secretárias, promotores e até juízes. Segundo a denúncia, eles explicavam que o dinheiro estava para sair, mas para isto era preciso depositar 10% do valor de cada ação para cobrir as custas dos processos. Uma das vítimas chegou a perder R$ 40 mil no golpe.
Todo o processo foi embasado em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça e na época o caso foi amplamente divulgado pela mídia.

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