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14/02/2012 - RCM Pharma Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cerca de 30% dos medicamentos que circulam no Brasil são falsificados

Cerca de 30% dos medicamentos que circulam no Brasil são medicamentos falsificados. O alerta vem do presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, ETCO, Roberto Abdenur, com base em dados oriundos da Organização Mundial da Saúde (OMS), avança o site Tribuna da Bahia.

“Esse comércio ilegal envolve cifras que oscilam anualmente entre 5 mil milhões e 8 mil milhões de reais, provenientes do comércio de medicamentos que resultam de roubo, contrabando, distribuição de fármacos falsos ou ilegais. Apenas os falsos chegam a cerca de 30% dos medicamentos em circulação no Brasil, de acordo com a OMS”, diz o responsável.

E acrescenta: “No mundo inteiro, a taxa média é de 10%. Para se ter uma ideia da força dessa indústria de risco, apenas no primeiro semestre de 2011 a apreensão de mercadorias por contrabando, falsificação e pirataria no Brasil aumentou em 51% em relação ao mesmo período de 2010, segundo a Receita Federal. “Um dado por si só alarmante, mas que fica ainda pior quando se dirige um olhar apenas às cargas de medicamentos apreendidas e se chega ao assustador crescimento de 180,5% em comparação com o ano anterior”, refere.

Roberto Abdenur ressalta que a situação envolvendo medicamentos falsificados percorre a América Latina, Sudeste da Ásia e África. Segundo ele, dados da OMS apontam que 30% da comercialização de medicamentos nessas localidades são ilegais. Abdenur destaca a situação que põe em cheque a saúde dos doentes brasileiros.

“Podemos observar tanto a actuação de falsificadores em menor escala quanto do crime organizado, uma vez que a fabricação de medicamentos falsificados tornou-se extremamente rentável. Na maioria dos países, as sanções contra a produção de medicamentos falsificados são muito mais brandas do que aquelas aplicadas às drogas ilegais”, refere.

O presidente-executivo do ETCO cita também uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência para a Interfarma, no final de 2011.

“Depois de ouvir 2.002 pessoas em todo o Brasil, o estudo revelou que um quinto da população brasileira compra remédios sem receita médica. No Nordeste, essa população sobe para quase um quarto, mais exactamente 24%”, diz.

Ele faz duras críticas a esse problema. “Compete ao governo investir na consciencialização da população sobre os malefícios dos fármacos ilegais. A auto-medicação é um hábito muito comum no Brasil. Unir esforços em torno da produção de campanhas educativas é uma missão que se impõe aos atores do sector”.

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