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25/09/2007 - Infonet Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas africanos podem fazer parte de quadrilha internacional


Hoje, 25, pela manhã o delegado Luciano Cardoso apresentou à imprensa os dois afircanos presos por estelionato ontem, 24, à tarde em Aracaju. Diki Uchewa Jude, 32 anos, e Okanya Syvester Irechucwu, 35, ambos nigerianos, foram presos numa pousada do bairro Siqueira Campos. O delegado afirma que essa pode ser somente a ponta de uma quadrilha internacional de estelionato. Esse é o terceiro golpe do tipo praticado no Brasil.

Os nigerianos estavam há aproxiamadamente 30 dias em Aracaju, e aplicavam o golpe chamado de ‘dolar pintado’. A ação se baseia no costume de pintar de negro notas de dólar para transportá-las ilegalmente, técnica muito utilizada durante a Primeira Guerra do Iraque. Os bandidos traziam consigo uma caixa preta, na qual afirmavam ter U$ 1 milhão em notas pintadas.

Para conseguir utilizá-las os bandidos diziam que era necessário usar um produto químico para remover a película preta. Com essa estória os bandidos conseguiram atrair um empresário de Aracaju, que foi até o quarto da pousada dos nigerianos. Lá eles pegaram uma nota verdadeira de dólar, que estava pintada de preto, e puseram em um produto, revelando a nota.

A fim de dar veracidade à estória os bandidos entregaram a nota ao empresário para que ele levasse à perícia, que confirmou a legitimidade da nota. A partir daí os golpistas passaram a extorquir o empresário alegando que precisavam de dinheiro para comprar o produto necessário para ‘limpar’ as supostas notas. Na caixa preta havia superficialmente algumas notas da dólar e vários papéis brancos pintados de preto.

Para a compra do produto os bandidos pediram U$75 mil ao empresário, fora U$10 mil para ir á São Paulo e depois Brasília. Após a vítima denunciar o golpe à polícia os dois nigerianos foram localizados escondidos na pousada do bairro Siqueira Campos. Eles foram presos em flagrante com o caixote cheio de papéis e alguns dólares.

Ainda não foi verificado se os africanos estão legalmente no país, mas o delegado enviará o inquérito para a Polícia Federal a fim de prosseguir com as investigações. “Eu acho que existem pessoas por trás deles. Até porque no momento da prisão eles disseram que iriam disponibilizar U$24 mil pra nossa equipe, e pediu o número de uma conta para depositar U$80 mil. Com certeza há uma quadrilha”, afirmou o delegado.


Material apreendido com os nigerianos

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