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07/02/2012 - Expresso Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Portugueses mal informados sobre proteção contra cibercrimes

Por: Maria Luiza Rolim

Estudo da Microsof Portugal revela que 78% dos cibernautas portugueses possuem segurança online básica mas estão mal informados sobre como se protegerem contra ameaças de cibercrimes.

Nesta terça-feira em que se celebra o "Dia da Internet Segura", um estudo da Microsof Portugal indica que os portugueses "ainda têm muito para aprender e fazer para se protegerem contra cibercriminosos cada vez mais sofisticados e engenhosos", que "utilizam a fraude para extorquir dinheiro e dados pessoais". O estudo abrangeu 27 países, destacando-se a Eslováquia como o país onde mais cibernautas adotam práticas de segurança.

Como exemplo, o estudo aponta que somente 35% dos cibernautas portugueses alteraram as suas definições de privacidade nas redes sociais de forma a limitar a informação que partilham e apenas 30% afirmam utilizar filtros antiphishing e para o browser da Web.

De acordo com a pesquisa, a desinformação sobre o que devem fazer para se defender de cibercrimes - que assentam na fraude como phishing, roubo de identidade e ligações fraudulentas - afeta 78% dos inquiridos.

Educação contra o cibercrime

As conclusões do Estudo sobre Comportamentos Online revela que, "embora muitos consumidores utilizem firewalls, software antivírus e palavras-passe robustas, é ainda necessária mais educação sobre as ações e as ferramentas que podem ajudar a proteger contra ameaças de engenharia social que ludribiam as vítimas para as roubar".

De acordo com o inquérito, menos de metade (38%) dos inquiridos em Portugal não se informa sobre como impedir o roubo de identidade e 75% não se informam sobre as últimas medidas disponíveis para proteger a sua reputação online".

O estudo, promovido online no portal de conteúdos MSN, atribuiu aos portugueses um total de 44 pontos em 100 no Microsoft Computing Safety Index, um índice de práticas de segurança criado pela empresa. A Eslováquia, com 54, foi o país que mais pontos obteve.

Segundo a Microsof, a média de pontuação na totalidade dos países foi idêntica, sugerindo que "é ainda necessária mais educação sobre as ações e as ferramentas " disponíveis que podem ajudar a mitigar os riscos online.

Jovens e homens mais familiarizados

Os homens obtiveram uma pontuação mais alta no inquérito com uma pontuação máxima de 44,70 comparativamente às mulheres com 43,10. Os resultados apontaram ser mais frequente os homens executarem mais atualizações de software, deixarem as firewalls ligadas e usarem filtros antiphishing e para o browser da Web do que as mulheres.

Também os utilizadores sem filhos obtiveram uma pontuação mais alta na maior parte das áreas de segurança online comparativamente aos utilizadores com filhos.

O Index revela que os grupos etários mais jovens estão mais familiarizados com as ameaças sociais. Menos de metade (47%) dos cibernaturas entre os 14 e 24 anos alterou as suas definições de privacidade nas redes sociais, de modo a limitar a informação que partilham. Isto corresponde ao dobro do número de utilizadores (21%) na faixa etária entre os 45 e os 59 anos.

O uso de motores de busca para monitorizar e gerir as suas informações pessoais online é baixo em Portugal, tanto entre os 25 e os 29 anos (nesta faixa etária, só 16% o fazem) como na faixa dos 45 aos 59, onde a percentagem sobe unicamente para 17%.

De acordo com o estudo, 70% dos portugueses entre os 14 e os 24 amos criam pseudónimos e/ou nome de jogador diferentes dos seus nomes reais. Obtêm igualmente a pontuaç~´ao mais alta (65%) na criação de palavras-passe que combinam letras maiúsculas e minúsculas, algarismos e/ou símbolos.

O grupo entre os 30 e 44 anos obteve a pontuação mais alta na questão de instalação de software antivírus/spyware/malware no PC e/ou portátil, com uma percentagem ee 84% a afirmar tê-lo feito. Nesta faixa etária, 61% dos inquiritos afirmaram ainda executar atualizações de software e/ou ativar as atualizações automáticas.

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