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25/09/2007 - Diário as Beiras Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Na aldeia global, o ilícito e o ilegal, andam à solta

Por: Acácio Marques


Autêntico paraíso para mafiosos, traficantes, delinquentes, terroristas, pirataria, toda a espécie de negócios escuros, crimes e branqueamento de dinheiros.
Sem fronteiras, Internet e novas tecnologias, tudo é possível.
No livro, “Illicit...”, Moisés Naím, director da revista “Foreign Policy”, com factos concretos e estatísticas, faz uma interessante análise desta preocupante situação.
A partir dos anos noventa, os grandes contrabandistas fizeram- -se mais internacionais, mais organizados, mais ricos e mais politicamente influentes. A delinquência global aumentou e foi transformada em poderosa força política, e aí temos os sequestros de cada dia.
A longa lista consta de tráfico de seres humanos e seus órgãos vitais, contrabando de emigrantes, pirataria e falsificação de produtos farmacêuticos, culturais e outros, comércio ilegal de armas e drogas, quase tudo interligado com redes terroristas e crime organizado.
O negócio da droga e suas novas substâncias, mesmo depois da morte de famosos narcotraficantes, continua a crescer e cada vez mais ligado a movimentos paramilitares revolucionários, com ameaças de morte, raptos, suborno a altos funcionários, com protecção de fachada legal, só fachada, autênticas empresas mundiais, que, electronicamente e com toda a liberdade, negoceiam com a Banca e em paraísos fiscais branqueiam os seus muitos dinheiros.
Segundo a ONU, o comércio com seres humanos, atinge anualmente, quatro milhões de pessoas e movimenta uns dez milhões de dólares.
Este tráfico humano, é o mais sórdido dos negócios na nova economia global, envolve escravatura e comércio sexual, além doutros aspectos, exploração de mulheres enganadas com promessas de emprego, raptadas, e algumas vendidas pelos próprios pais.
E depois, ficamos muito impressionados com os filmes da escravatura antiga!
O mercado mundial da “mão-de-obra barata”, nas suas mais variadas vertentes, escraviza e explora milhões de seres humanos, alguns dos nossos emigrantes que contem como é!
Outro grande conflito na “Aldeia”, está entre os proprietários das marcas famosas e os seus falsificadores, a facilitarem vida a ciganos e chineses.
Oito por cento dos medicamentos também são falsos, implicando seriamente com a saúde pública.
A níveis mais altos, gente fina é outra coisa, temos os chorudos negócios das guerras e do armamento nuclear, com volumosos interesses por detrás e a envolver as políticas internacionais.
Todos estes sérios problemas são mundiais, exigem soluções mundiais, medram no caldo de cultivo do ilícito e do ilegal.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro, movimenta tudo isto, em adoração perpétua ao bezerro de oiro, quando não adoramos o verdadeiro Deus.

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